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		<title><![CDATA[Marcos Hashimoto]]></title>
		<description>Este blog &#233; o espa&#231;o de intera&#231;&#227;o entre Marcos Hashimoto e seus leitores e clientes.Vamos trocar id&#233;ias, contar novidades e cultivar nossa rede de contatos neste espa&#231;o.Escreva, opine, colabore, compartilhe, critique e leia. &#201; o nosso espa&#231;o para falar sobre Empreendedorismo.


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			<item>
				<title>Construir para desconstruir</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/11495658</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;Durante toda nossa vida aprendemos a aprender. Adquirimos conhecimentos, interpretamos informa&amp;#231;&amp;#245;es, processamos dados. Primeiro em casa, com nossos pais; depois na escola, com nossos professores; por fim, com a vida, pelas experi&amp;#234;ncias que vivemos. Para tudo isso, assistimos aulas, lemos jornais, navegamos na internet e exploramos todas as formas de aprendizado. Dos livros &amp;#224; televis&amp;#227;o. Dos cursos &amp;#224; internet. Todo um esfor&amp;#231;o que parte de um pressuposto que nos foi ensinado logo no come&amp;#231;o de nossas vidas: S&amp;#243; se d&amp;#225; bem na vida quem aprende, sempre.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;Por conta disto, vemos uma legi&amp;#227;o crescente de pessoas ansiosas por informa&amp;#231;&amp;#227;o, assinando todos os tipos de boletins e newsletters, fazendo cursos on-line, lendo jornais de cabo a rabo, sem se permitir perder um minuto do telejornal ou ouvir uma m&amp;#250;sica no carro ao inv&amp;#233;s de uma m&amp;#250;sica. Quanto mais informa&amp;#231;&amp;#245;es temos &amp;#224; nossa disposi&amp;#231;&amp;#227;o, maior a ansiedade por estar informado de tudo o que acontece.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;Sabe qual o efeito deste fen&amp;#244;meno? O excesso de informa&amp;#231;&amp;#227;o e conhecimento mata nossa capacidade de pensar. A pasteuriza&amp;#231;&amp;#227;o do conhecimento pelas m&amp;#237;dias e a massifica&amp;#231;&amp;#227;o dos canais de comunica&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#227;o empobrecendo a nossa capacidade de raciocinar, refletir, discordar e questionar. &amp;#201; muito c&amp;#244;modo receber a informa&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; processada, mastigada, pronta para o consumo. &amp;#201; muito confort&amp;#225;vel assumir como nossa a opini&amp;#227;o de um especialista que comenta sobre um determinado assunto. N&amp;#227;o percebemos que estamos ficando com um tipo de pregui&amp;#231;a mental.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;Obviamente n&amp;#227;o quero acabar com as institui&amp;#231;&amp;#245;es do conhecimento. At&amp;#233; porque eu fa&amp;#231;o parte delas. Elas s&amp;#227;o necess&amp;#225;rias e gra&amp;#231;as a elas que todo o caminho do desenvolvimento tem sido constru&amp;#237;do e trilhado ao longo da exist&amp;#234;ncia humana. O que estou tentando alertar &amp;#233; que n&amp;#227;o existe a constru&amp;#231;&amp;#227;o dos novos caminhos futuros partindo apenas de prerrogativas previamente existentes. O novo envolve inexoravelmente a destrui&amp;#231;&amp;#227;o do antigo. Embora esta constru&amp;#231;&amp;#227;o tenha acontecido at&amp;#233; os dias de hoje, estou percebendo que a condi&amp;#231;&amp;#227;o humana vivida hoje vem aumentando aos poucos a resist&amp;#234;ncia do comportamento de destrui&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;Posso citar in&amp;#250;meros exemplos do dia-a-dia no qual isto acontece. Empregados recebem manuais e processos e s&amp;#227;o doutrinados a segui-los sem questionar. Alunos recebem passivamente os ensinamentos de seus mestres e seus livros, e qualquer est&amp;#237;mulo ao esp&amp;#237;rito cr&amp;#237;tico &amp;#233; desestimulado. Filhos s&amp;#227;o educados nos mesmos princ&amp;#237;pios que seus pais, sua cultura e sua sociedade e crescem acreditando que apenas elas s&amp;#227;o v&amp;#225;lidas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;Eu sei bem o que estou falando, porque meu trabalho &amp;#233; justamente o de desconstruir estas tais &amp;#8216;verdades absolutas e inquestion&amp;#225;veis&amp;#8217; que impedem as pessoas de criar e mudar. Em empresas, meu maior esfor&amp;#231;o &amp;#233; destruir todos os princ&amp;#237;pios dos funcion&amp;#225;rios que os impedem de ver novas possibilidades, desmontar o &amp;#8216;jeito certo de fazer as coisas&amp;#8217;, matar vacas sagradas e derrubar mitos e paradigmas. As resist&amp;#234;ncias s&amp;#227;o in&amp;#250;meras, pois for&amp;#231;o as pessoas a sa&amp;#237;rem de suas zonas de conforto para encarar, com outros olhos, verdades diferentes que eles rejeitavam, e, por rejeitar, n&amp;#227;o enxergavam as oportunidades ali escondidas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;Com os meus alunos se passa a mesma coisa, o desafio de desconstruir as ferramentas, t&amp;#233;cnicas, teorias, m&amp;#233;todos e procedimentos que eles aprenderam nos livros e com outros professores, para estimul&amp;#225;-los a criar suas pr&amp;#243;prias teorias, t&amp;#233;cnicas e ferramentas. Ensinar que algo mal feito criado por eles vale mais do que algo feito pelo uso de uma ferramenta. Como pode? Eles questionam. Qual o valor disto? N&amp;#227;o se conformam. Porque reinventar a roda se algu&amp;#233;m j&amp;#225; fez isso e posso copiar? Me interrogam. Levo um semestre inteiro nesta luta, pois o racional pensamento positivista cartesiano &amp;#233; mais forte e mais apelativo, pois coloca ordem e regras nas coisas, justamente o que todos querem e procuram forma&amp;#231;&amp;#227;o justamente para este fim. Alguns alunos entendem o recado logo no come&amp;#231;o, mas alguns chegam ao final do semestre sem captar a mensagem. Quem sabe a ficha cai em algum momento no futuro. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;O mundo &amp;#233; t&amp;#227;o complexo que n&amp;#227;o podemos mais nos dar ao luxo de assumir que apenas meia d&amp;#250;zia de ferramentas possam resolver todos os problemas. Para dar conta dos desafios de hoje, precisamos saber adaptar, flexibilizar, reinventar. Precisamos pensar diferente dos demais para inovar. Precisamos ousar mudar, nos atrever a testar novos modelos e novas formas baseados em paradigmas que n&amp;#227;o existiam antes. Em que momento da sua vida voc&amp;#234; aprende isso? A&amp;#237; que est&amp;#225; o problema.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;O importante aqui &amp;#233; que s&amp;#243; podemos desconstruir DEPOIS que constru&amp;#237;mos. N&amp;#227;o d&amp;#225; para criar um ser humano que n&amp;#227;o siga regras, n&amp;#227;o tenha princ&amp;#237;pios e n&amp;#227;o aprenda padr&amp;#245;es. A constru&amp;#231;&amp;#227;o formal &amp;#233; necess&amp;#225;ria e importante, fundamental em nosso processo de forma&amp;#231;&amp;#227;o e obrigat&amp;#243;rio para nossa inser&amp;#231;&amp;#227;o no mercado de trabalho. S&amp;#243; precisamos nos dar conta que o conhecimento formal nos coloca no jogo, mas &amp;#233; a capacidade de pensar diferente que nos diferencia dos demais. O que sabemos, embora importante, n&amp;#227;o pode ser definitivo e imut&amp;#225;vel. A verdadeira habilidade que as empresas procurar&amp;#227;o em jovens no futuro n&amp;#227;o &amp;#233; a capacidade de aprender, mas a capacidade de aprender, desaprender, para ent&amp;#227;o aprender novamente. Este deve ser o novo paradigma do conhecimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008080"&gt;&amp;#8220;&amp;#201; o que pensamos que sabemos que nos impede de aprender&amp;#8221; Claude Bernard, fisiologista franc&amp;#234;s&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 20:15:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/11495658</guid>
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				<title>Filhos Empreendedores</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/10717891</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;Acredito que a maioria dos meus leitores, a esta altura do nosso relacionamento, j&amp;#225; deve saber que as compet&amp;#234;ncias empreendedoras n&amp;#227;o s&amp;#227;o inatas, mas podem ser desenvolvidas ao longo da nossa vida. Tamb&amp;#233;m j&amp;#225; podem imaginar que as compet&amp;#234;ncias empreendedoras n&amp;#227;o s&amp;#227;o exclusivas para quem vai montar um neg&amp;#243;cio pr&amp;#243;prio, mas cada vez mais valorizadas em todas as circunst&amp;#226;ncias, seja na vida pessoal ou profissional. Cresce a cada dia an&amp;#250;ncios de empregos buscando jovens com perfil empreendedor. Isso n&amp;#227;o &amp;#233; novidade e &amp;#233; at&amp;#233; esperado, uma vez que pessoas com perfil empreendedor promovem mudan&amp;#231;as positivas, se arriscam a fazer coisas diferentes, s&amp;#227;o h&amp;#225;beis em identificar oportunidades, tomam iniciativas por conta pr&amp;#243;pria e s&amp;#227;o auto-dirigidas, sabem construir boas redes de relacionamento, procuram inovar em tudo que fazem e n&amp;#227;o se sujeitam &amp;#224;s regras e &amp;#224; pura burocracia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;Poucos talvez saibam que, embora algumas compet&amp;#234;ncias empreendedoras possam ser aprendidas em cursos e vivenciando algumas experi&amp;#234;ncias, outras s&amp;#227;o tipicamente formadas ainda na inf&amp;#226;ncia. N&amp;#227;o estou falando aqui da cl&amp;#225;ssica imagem da crian&amp;#231;a que ganha uns trocados vendendo limonada na porta de casa, um &amp;#237;cone tipicamente americano. A maioria das caracter&amp;#237;sticas empreendedoras n&amp;#227;o diz respeito a neg&amp;#243;cios e sim a comportamentos t&amp;#237;picos de quem det&amp;#233;m este perfil e as escolas n&amp;#227;o est&amp;#227;o preparadas para desenvolver estas compet&amp;#234;ncias. A seguir eu dou algumas dicas de como despertar o lado empreendedor nas suas crian&amp;#231;as, sejam filhos, alunos, sobrinhos ou netos, por meio de atividades simples, criativas, diferentes e que podem ser envolventes e ricas:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;- Para despertar o interesse pela novidade: V&amp;#225; com as crian&amp;#231;as a um supermercado e diga que eles podem experimentar qualquer coisa que nunca tinham provado antes. Cada um pode trazer uma coisa diferente para colocar no carrinho. Eles se divertem pelas g&amp;#244;ndolas e trazem guloseimas com novos sabores. Nesta fase eles tomam gosto pela experimenta&amp;#231;&amp;#227;o. O pre&amp;#231;o deste aprendizado &amp;#233; que eles v&amp;#227;o experimentar algumas coisas e n&amp;#227;o v&amp;#227;o gostar, levando a um desperd&amp;#237;cio de dinheiro, pois jogam tudo fora. Depois que eles gostarem da brincadeira &amp;#233; a vez de colocar uma regra a mais. Agora eles n&amp;#227;o podem mais jogar fora o que compraram. Se n&amp;#227;o gostaram, tem que comer at&amp;#233; o fim ou a brincadeira para. Eles at&amp;#233; reclamam na hora de engolir, mas n&amp;#227;o querem parar de brincar, j&amp;#225; virou um passatempo que quebra a chatice de ir ao supermercado. Assim, aprendem a ser mais criteriosos na hora da escolha. L&amp;#234;em o r&amp;#243;tulo, pensam e aprendem a usar a informa&amp;#231;&amp;#227;o para reduzir o risco da escolha errada e assim acabam criando o h&amp;#225;bito de experimentar o diferente. Mas lembre-se, voc&amp;#234; n&amp;#227;o pode come&amp;#231;ar a brincadeira j&amp;#225; colocando a penalidade ou eles n&amp;#227;o entram no jogo. Primeiro eles t&amp;#234;m que gostar da brincadeira para s&amp;#243; depois impor uma restri&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;- Para identificar oportunidades: A melhor forma de aprender a identificar oportunidades &amp;#233; prestando aten&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s coisas ao seu redor. Boas oportunidades est&amp;#227;o em todo lugar e acontecem a qualquer momento. A maioria n&amp;#227;o percebe porque n&amp;#227;o est&amp;#225; atenta. Para ajudar as crian&amp;#231;as a ficarem mais atentas a brincadeira consiste em fazer perguntas sobre percep&amp;#231;&amp;#227;o do ambiente. &amp;#211;timo para passar o tempo em locais p&amp;#250;blicos como restaurantes ou filas de espera, encontre um detalhe do ambiente e desafie-os a encontrar, coisas simples do tipo &amp;#8216;onde tem uma vela&amp;#8217;, &amp;#8216;onde est&amp;#225; escrito &amp;#8216;fumar&amp;#8217;&amp;#8217; ou &amp;#8216;encontre uma crian&amp;#231;a com cabelos encaracolados&amp;#8217;. Com o tempo, eles se acostumam a entrar em qualquer ambiente e logo prestar aten&amp;#231;&amp;#227;o em todos os detalhes do ambiente. Uma vari&amp;#225;vel desta brincadeira, em ambientes que eles j&amp;#225; conhecem bem como a sua casa, &amp;#233; separ&amp;#225;-los, mudar algum detalhe de lugar e cham&amp;#225;-los de volta, desafiando-os a descobrir o que voc&amp;#234; mudou.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;- Para avaliar riscos: Pais s&amp;#227;o normalmente avessos &amp;#224; exposi&amp;#231;&amp;#227;o dos filhos a qualquer tipo de risco. Professores e bab&amp;#225;s s&amp;#227;o menos tolerantes ainda, pois s&amp;#227;o respons&amp;#225;veis pela seguran&amp;#231;a das crian&amp;#231;as. Isso faz com que involuntariamente criemos nossas crian&amp;#231;as em &amp;#8216;bolhas de seguran&amp;#231;a&amp;#8217; que n&amp;#227;o permitem que elas vivam algumas experi&amp;#234;ncias enriquecedoras. Correr um risco, desde que moderado, avaliado e controlado, sempre traz um aprendizado. O importante aqui &amp;#233; que os pais se perguntem: &amp;#8216;Se algo der errado, o aprendizado decorrente do erro vai compensar o preju&amp;#237;zo?&amp;#8217; Em muitas situa&amp;#231;&amp;#245;es voc&amp;#234; pode exp&amp;#244;-los a um risco no qual eles sentem a adrenalina, mas voc&amp;#234; tem o controle. Uma vez, levando eles para a escola, eu falei que iria dirigir seguindo as orienta&amp;#231;&amp;#245;es deles. Eles &amp;#233; que iriam dizer em qual rua virar e qual caminho seguir para chegar &amp;#224; escola. No come&amp;#231;o eles adoraram ter o controle da situa&amp;#231;&amp;#227;o, mas acabamos nos perdendo e eles ficaram muito nervosos. Claro que eu sabia o caminho certo e acabei chegando a tempo na escola, mas eles nunca se esqueceram da experi&amp;#234;ncia. Tentamos mais tr&amp;#234;s vezes depois, mas s&amp;#243; na quarta eles acertaram o caminho. E celebraram muito!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;- Para quebrar regras: Esta &amp;#233; a mais dif&amp;#237;cil e n&amp;#227;o pode ser aplicada em qualquer idade. No come&amp;#231;o eles precisam entender porque existem regras e como elas nos ajudam a viver de forma civilizada e ordenada. Por&amp;#233;m, depois que isso &amp;#233; assimilado, eles precisam entender que existe um mundo fora do quadrado e que nem todas as regras fazem sentido ou s&amp;#227;o necess&amp;#225;rias. O importante &amp;#233; n&amp;#227;o desrespeitar as leis ou os princ&amp;#237;pios &amp;#233;ticos. Fora isso, se algo n&amp;#227;o faz sentido, pode e deve ser questionado. Na fase da adolesc&amp;#234;ncia se pode dar vaz&amp;#227;o ao esp&amp;#237;rito rebelde que se instala entre eles, dando foco e aten&amp;#231;&amp;#227;o aos seus questionamentos. Uma brincadeira que fa&amp;#231;o com eles &amp;#233;, durante uma conversa sobre um determinado assunto de interesse deles, antecipar que vou falar uma grande besteira, mas eles n&amp;#227;o v&amp;#227;o saber qual nem quando vou falar. Continuamos a conversa e, no final, eu pergunto qual foi a grande besteira que eu falei. Eles devem adivinhar e geralmente acertam. Com o tempo eu come&amp;#231;o a praticar isso sem avisar antes e s&amp;#243; falo depois que eu falei uma besteira. Se eles aprenderam a prestar aten&amp;#231;&amp;#227;o, v&amp;#227;o identificar logo. Com isso v&amp;#227;o alimentando o seu esp&amp;#237;rito cr&amp;#237;tico, n&amp;#227;o aceitando mais passivamente tudo o que ouvem ou l&amp;#234;em. Hoje, mesmo que eu n&amp;#227;o fale nenhuma besteira, eles duvidam de algumas coisas que falo, e at&amp;#233; conseguem me provar que eu falei uma coisa errada mesmo! Este &amp;#233; o lado ruim da hist&amp;#243;ria, ruim para n&amp;#243;s, mas &amp;#243;timo para a vida deles.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;- Para ser criativo: Criatividade &amp;#233; o alimento da inova&amp;#231;&amp;#227;o. Somos t&amp;#227;o condicionados a buscar a concord&amp;#226;ncia e a aceita&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica que acabamos nos esquecendo do que nos torna diferentes e &amp;#250;nicos. Todos querem ser iguais e os diferentes s&amp;#227;o discriminados por n&amp;#227;o se encaixarem nos padr&amp;#245;es de &amp;#8216;conformidade&amp;#8217; impostos pela sociedade. Existem v&amp;#225;rias brincadeiras para estimular a criatividade e elas s&amp;#227;o mais efetivas quanto mais jovens forem as crian&amp;#231;as, pois menos amarras possuem ainda. Uma que gostava de fazer quando eles eram pequenos era o passatempo preferido nas viagens de carro. Um de n&amp;#243;s conta uma hist&amp;#243;ria e, no meio dela, interrompemos para que o outro continue e d&amp;#234; um novo rumo. Assim, vamos nos alternando, passando de uma para outra, at&amp;#233; que algu&amp;#233;m a termine e &amp;#233; claro que ela termina totalmente diferente de como foi iniciada. Outra coisa que eles se divertiam era pegar hist&amp;#243;rias conhecidas e invert&amp;#234;-las totalmente, dando novas caracter&amp;#237;sticas aos personagens, mudando o roteiro ou imaginando novos finais inusitados e divertidos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;- Para exercitar a autonomia: Muitas vezes achamos que nossos filhos n&amp;#227;o est&amp;#227;o maduros o suficiente para assumirem algumas responsabilidades. Puro preconceito nosso, eles s&amp;#227;o mais espertos do que imaginamos. Assumir a responsabilidade de alguma coisa &amp;#233; important&amp;#237;ssimo para a forma&amp;#231;&amp;#227;o deles. O exemplo cl&amp;#225;ssico &amp;#233; ter um animal de estima&amp;#231;&amp;#227;o. O bichinho vai morrer se ele n&amp;#227;o cuidar, mas a responsabilidade acaba sendo t&amp;#227;o grande que, no final das contas, n&amp;#243;s &amp;#233; que acabamos alimentando e cuidando. Entre uns 10 e 12 anos, uma brincadeira simples &amp;#233; dar a eles a liberdade de programarem o que fazer em fam&amp;#237;lia no domingo. A liberdade &amp;#233; total e os pais v&amp;#227;o cumprir tudo o que eles definirem. Eles ficam muito entusiasmados e no come&amp;#231;o acabam se excedendo, ou com muitas atividades, ou com coisas que nem todos v&amp;#227;o curtir. Com o tempo, eles v&amp;#227;o aprendendo a escolher melhor as atividades, a se planejar para tudo dar certo, a ouvir o que as pessoas querem e a arcar com as conseq&amp;#252;&amp;#234;ncias quando n&amp;#227;o acontece o que eles previram. O exerc&amp;#237;cio da liberdade &amp;#233; uma droga viciante, da qual, uma vez experimentada, n&amp;#227;o se pode mais viver sem. Por isso, o aprendizado seguinte &amp;#233; exercer a liberdade, mas com responsabilidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;- Para ter iniciativa: As crian&amp;#231;as t&amp;#234;m iniciativas natural e espontaneamente. Tudo o que precisamos fazer &amp;#233; apoi&amp;#225;-las e incentiv&amp;#225;-las. Pode ser coisas simples, como come&amp;#231;ar um blog ou receber os amigos para assistir um filme. Pode ser coisas maiores, como organizar um mutir&amp;#227;o de a&amp;#231;&amp;#227;o social ou montar uma banda. O importante &amp;#233; sempre dar o primeiro passo, pois a empolga&amp;#231;&amp;#227;o cresce na mesma medida que o envolvimento na atividade. N&amp;#227;o critique e nem reprima, pelo menos no come&amp;#231;o. Se algo pode dar errado, alerte, aconselhe, mas n&amp;#227;o insista. Se for alguma coisa que n&amp;#227;o v&amp;#225; gerar muito impacto e pode ser contornado, deixe acontecer e dar errado, at&amp;#233; estas experi&amp;#234;ncias s&amp;#227;o v&amp;#225;lidas e &amp;#250;teis para o aprendizado. Pesquisas indicam que os pais exercem grande influ&amp;#234;ncia na forma&amp;#231;&amp;#227;o de algumas caracter&amp;#237;sticas empreendedoras. Um v&amp;#237;deo que retrata bem isso &amp;#233; comercializado pela Siamar e se chama &amp;#8216;Lemonade Stories&amp;#8217;. Produzido pela Babson College, conta a hist&amp;#243;ria de 7 empreendedores como Richard Branson (Grupo Virgin) e Arthur Blank (Home Depot) e como suas m&amp;#227;es os influenciaram.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;Como podem ver, h&amp;#225; v&amp;#225;rias coisas que podemos fazer com as crian&amp;#231;as, algumas podem dar trabalho, mas &amp;#233; recompensador ver os resultados, ver como eles crescem espertos, ativos, maduros. Sempre que poss&amp;#237;vel, tente dar um aspecto l&amp;#250;dico &amp;#224; atividade, uma brincadeira, um jogo, um desafio. Vai ser mais divertido e eles se envolvem mais. Tome um cuidado especial em n&amp;#227;o for&amp;#231;ar a barra. Apesar de alguns aprendizados requererem um esfor&amp;#231;o n&amp;#227;o natural, somos diferentes uns dos outros. Se uma pessoa &amp;#233; naturalmente t&amp;#237;mida e introvertida, n&amp;#227;o a force a se expor em p&amp;#250;blico, o tiro pode sair pela culatra. Alguns comportamentos s&amp;#227;o condicionados e podem ser modificados, mas tra&amp;#231;os de personalidade n&amp;#227;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;font size="4" color="#993300"&gt;Eu mesmo procuro praticar isso o tempo todo com meus tr&amp;#234;s filhos. N&amp;#227;o sei se eles v&amp;#227;o montar seu pr&amp;#243;prio neg&amp;#243;cio no futuro, mas tenho certeza que estar&amp;#227;o mais bem preparados para enfrentar o mundo do que muito de seus amiguinhos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 05:40:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/10717891</guid>
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				<title>Fábula do cachorro, o leopardo e o macaco</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/10334159</link>
				<description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma velha senhora foi para um safari na &amp;#193;frica e levou seu velho vira-lata com ela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dia, ca&amp;#231;ando borboletas, o velho c&amp;#227;o, de repente, deu-se conta de que estava perdido. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho c&amp;#227;o percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua dire&amp;#231;&amp;#227;o, com inten&amp;#231;&amp;#227;o de conseguir um bom almo&amp;#231;o .. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cachorro velho pensa: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-'Oh, oh! Estou mesmo enrascado ! Olhou &amp;#224; volta e viu ossos espalhados no ch&amp;#227;o por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho c&amp;#227;o ajeita-se junto ao osso mais pr&amp;#243;ximo, e come&amp;#231;a a ro&amp;#234;-lo, dando as costas ao predador ... &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: -Cara, este leopardo estava delicioso ! Ser&amp;#225; que h&amp;#225; outros por a&amp;#237; ? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, j&amp;#225; quase come&amp;#231;ado, e se esgueira na dire&amp;#231;&amp;#227;o das &amp;#225;rvores. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco ! O velho vira-lata quase me pega! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um macaco, numa &amp;#225;rvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de prote&amp;#231;&amp;#227;o para si, informaria ao predador que o vira-lata n&amp;#227;o havia comido leopardo algum.. . &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E assim foi, r&amp;#225;pido, em dire&amp;#231;&amp;#227;o ao leopardo. Mas o velho cachorro o v&amp;#234; correndo na dire&amp;#231;&amp;#227;o do predador em grande velocidade, e pensa : &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-A&amp;#237; tem coisa! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O macaco logo alcan&amp;#231;a o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: -'A&amp;#237;, macaco! Suba nas minhas costas para voc&amp;#234; ver o que acontece com aquele cachorro abusado!' &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, o velho cachorro v&amp;#234; um leopardo furioso, vindo em sua dire&amp;#231;&amp;#227;o, com um macaco nas costas, e pensa: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-E agora, o que &amp;#233; que eu posso fazer ? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doloridas n&amp;#227;o o levariam longe...) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda n&amp;#227;o os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho c&amp;#227;o diz : &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-'Cad&amp;#234; o filho da m&amp;#227;e daquele macaco? T&amp;#244; morrendo de fome! &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e n&amp;#227;o chega nunca! ' &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Moral da hist&amp;#243;ria: n&amp;#227;o mexa com cachorro velho... idade e habilidade se sobrep&amp;#245;em &amp;#224; juventude e intriga. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sabedoria s&amp;#243; vem com idade e experi&amp;#234;ncia. Algumas coisas voc&amp;#234; n&amp;#227;o aprende em sala de aula, nem nos livros, nem em manuais. Algumas coisas voc&amp;#234; s&amp;#243; aprende vivendo. Esta &amp;#233; a linha de pensamento do empreendedor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, d&amp;#225; para pensar: 'Empreendedorismo se aprende ou empreendedores j&amp;#225; nascem empreendedores'?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 20:20:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/10334159</guid>
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				<title>Construindo Negócios de Alto Crescimento</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/7069852</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;O Instituto Empreender Endeavor montou uma turma de 40 pessoas para participar do curso &amp;#8216;Building High Growth Ventures&amp;#8217; na Babson College entre 18 e 22 de Abril. A Babson College fica em Boston, EUA e &amp;#233; reconhecida atualmente com uma das melhores escolas para a forma&amp;#231;&amp;#227;o de empreendedores no pa&amp;#237;s. Como convidado, participei deste curso e relato a seguir alguns dos aprendizados que os cinco professores do programa compartilharam ao longo desta semana com estes privilegiados, todos empreendedores ou futuros empreendedores:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Empreendedorismo se resume basicamente a duas coisas: Escolher um neg&amp;#243;cio que valha a pena e procurar n&amp;#227;o quebrar. Todo o resto &amp;#233; detalhe. Nos primeiros anos de vida de qualquer startup &amp;#233; preciso ficar de olho no fluxo de caixa e n&amp;#227;o no lucro. Qualquer neg&amp;#243;cio sobrevive sem lucro, mas nenhum pode sobreviver sem dinheiro.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Um dos maiores problemas que impede as pessoas de empreender &amp;#233; o medo, o medo de assumir responsabilidades, o medo de errar. Portanto, uma das primeiras coisas que precisamos fazer &amp;#233; assumir nosso medo e reconhecer a import&amp;#226;ncia de fracassar durante o processo de empreender.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Planos de neg&amp;#243;cios n&amp;#227;o servem para nada. Servem apenas para reduzirmos nossa inseguran&amp;#231;a que o medo gera e o risco de fracassar, mas n&amp;#227;o passa de uma ilus&amp;#227;o. Um plano de neg&amp;#243;cio para uma startup &amp;#233; o mesmo que um garoto de 12 anos planejar seu casamento. Se fizer um plano de neg&amp;#243;cio, use-o para estruturar sua ideia apenas e n&amp;#227;o para segui-lo &amp;#224; risca.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Outro grande problema &amp;#233; vender. N&amp;#227;o sabemos vender e este &amp;#233; o principal motivo pelo qual os neg&amp;#243;cios quebram. Precisamos primeiro vender e, se bem sucedidos, s&amp;#243; ent&amp;#227;o desenvolver e entregar o produto ou servi&amp;#231;o. Praticar este exerc&amp;#237;cio com freq&amp;#252;&amp;#234;ncia ajudar&amp;#225; o empreendedor a ver o produto do ponto de vista do cliente e n&amp;#227;o s&amp;#243; do empreendedor.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Fundos de capital de risco, embora representem a panac&amp;#233;ia para o empreendedor, n&amp;#227;o devem ser vistos como melhor fonte de recursos financeiros. A tentadora id&amp;#233;ia de obter fundos e compartilhar riscos n&amp;#227;o deve suplantar a necessidade de compartilhar decis&amp;#245;es e dividir os ganhos. Os chamados &amp;#8216;Venture Capitalists&amp;#8217; v&amp;#227;o tirar aquilo que o empreendedor mais preza: A liberdade. Eles s&amp;#227;o loucos pisando no acelerador do neg&amp;#243;cio que o empreendedor dirige, s&amp;#243; que o VC tem cinto de seguran&amp;#231;a, o empreendedor n&amp;#227;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Empreendedorismo &amp;#233; regido pelo acaso. Por isso administradores n&amp;#227;o d&amp;#227;o bons empreendedores, pois n&amp;#227;o aceitam o acaso, as pessoas procuram padr&amp;#245;es onde n&amp;#227;o existem padr&amp;#245;es. Cada caso de sucesso que conhecemos possui uma f&amp;#243;rmula pr&amp;#243;pria, que combina diversas vari&amp;#225;veis aleatoriamente e n&amp;#227;o se repete em outras circunst&amp;#226;ncias.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Prefira montar empresas que geram neg&amp;#243;cios com outras empresas. O varejo est&amp;#225; saturado e as oportunidades s&amp;#227;o limitadas. No mundo &amp;#8216;business-to-business (B2B)&amp;#8217; h&amp;#225; uma infinidade de oportunidades pouco exploradas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Saiba quem &amp;#233; o seu cliente. Ao contr&amp;#225;rio do que possa pensar, n&amp;#227;o &amp;#233; sempre aquele que usa seu produto e nem quem o ama. No final das contas, seu cliente &amp;#233; aquele que paga as contas. O cliente paga pela percep&amp;#231;&amp;#227;o de valor que ele atribui ao seu produto. Por isso, ao inv&amp;#233;s de encontrar um mercado e conceber um produto para ele, &amp;#233; melhor conceber o produto primeiro e depois encontrar um cliente que vai perceber o valor dele.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Al&amp;#233;m disso, ao inv&amp;#233;s de pensar no mercado ideal ou de estabelecer metas para o neg&amp;#243;cio, na sua fase de startup, &amp;#233; melhor o empreendedor pensar nos recursos que tem, nas pessoas que conhece e nas compet&amp;#234;ncias que domina. Se este conjunto ajuda a resolver a dor de algu&amp;#233;m, ent&amp;#227;o d&amp;#225; para come&amp;#231;ar a construir o neg&amp;#243;cio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Pense no seu modelo de neg&amp;#243;cio. Descubra qual a l&amp;#243;gica do neg&amp;#243;cio, de que forma o atendimento da proposi&amp;#231;&amp;#227;o de valor do cliente pode ser atendida na configura&amp;#231;&amp;#227;o do neg&amp;#243;cio. Para isso, &amp;#233; preciso entender quais s&amp;#227;o os canais para atingir o cliente, os processos-chave para entregar o valor esperado, quem &amp;#233; o cliente, quais s&amp;#227;o os parceiros, a fontes de receita e os recursos necess&amp;#225;rios.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- O custo do capital &amp;#233; diretamente proporcional ao risco. O papel do empreendedor ao tomar capital de terceiros &amp;#233; reduzir a percep&amp;#231;&amp;#227;o de risco. Isso &amp;#233; obtido atrav&amp;#233;s de um bom planejamento, uma boa reputa&amp;#231;&amp;#227;o, credibilidade, liquidez de ativos e contrapartida (o empreendedor tamb&amp;#233;m precisa entrar no risco).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Uma &amp;#243;tima forma de reduzir o risco &amp;#233; crescer. Crescer de forma sustent&amp;#225;vel. Pode-se crescer com novos mercados, novos produtos e novas parcerias. O grande dilema do empreendedor neste momento &amp;#233; adquirir a capacidade de delegar. N&amp;#227;o h&amp;#225; crescimento sem a confian&amp;#231;a de poder deixar decis&amp;#245;es importantes na m&amp;#227;o de outras pessoas. Por isso, se houver um investidor de risco no neg&amp;#243;cio, o crescimento r&amp;#225;pido ser&amp;#225; inevit&amp;#225;vel, s&amp;#243; que as chances s&amp;#227;o de que 25% dos empreendedores apenas se mantenham a frente do neg&amp;#243;cio ap&amp;#243;s quatro anos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- No processo de crescimento &amp;#233; importante ter pessoas-chave compartilhando a gest&amp;#227;o do neg&amp;#243;cio. Contratar bons profissionais &amp;#233; uma habilidade necess&amp;#225;ria para o empreendedor. Normalmente se leva um m&amp;#234;s depois de contratar para descobrir que contratou errado e 18 meses para despedi-lo. O ideal &amp;#233; ser devagar na contrata&amp;#231;&amp;#227;o e r&amp;#225;pido na demiss&amp;#227;o. Embora compet&amp;#234;ncias e habilidades sejam importantes, mais importante ainda &amp;#233; a percep&amp;#231;&amp;#227;o de engajamento com a miss&amp;#227;o do neg&amp;#243;cio. O papel do empreendedor ao escolher colaboradores &amp;#233; passar este senso de miss&amp;#227;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Ao escolher um s&amp;#243;cio, verifique se ele possui compet&amp;#234;ncias complementares &amp;#224; sua, algu&amp;#233;m que possa assumir &amp;#225;reas que voc&amp;#234; n&amp;#227;o domina, que tenha valores, princ&amp;#237;pios e cren&amp;#231;as comuns, que seja flex&amp;#237;vel e que tenha a mesma vis&amp;#227;o de futuro sobre o neg&amp;#243;cio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000080" size="3"&gt;- Uma outra op&amp;#231;&amp;#227;o para dividir responsabilidades &amp;#233; criando um conselho consultivo. O conselho ajudar a tomar decis&amp;#245;es estrat&amp;#233;gicas e pode ver aspectos do neg&amp;#243;cio fora da percep&amp;#231;&amp;#227;o dos s&amp;#243;cios. Normalmente &amp;#233; formado por especialistas no mercado, consultores, executivos de outras ind&amp;#250;strias e amigos de confian&amp;#231;a, no m&amp;#225;ximo seis membros. O conselho deve sempre ter algum tipo de compensa&amp;#231;&amp;#227;o, seja atrav&amp;#233;s de uma remunera&amp;#231;&amp;#227;o fixa, participa&amp;#231;&amp;#227;o nos lucros ou a&amp;#231;&amp;#245;es da empresa. &lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Tue, 17 May 2011 01:52:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/7069852</guid>
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				<title>A motivação dos empreendedores</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/7069832</link>
				<description>&lt;h3&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0); font-size: medium; "&gt;Recentemente a revista Forbes publicou a lista dos homens mais ricos do mundo. Uma olhada r&amp;#225;pida e podemos perceber que a maioria dos bilion&amp;#225;rios s&amp;#227;o empreendedores. Entre os 30 brasileiros, metade deles s&amp;#227;o donos dos seus pr&amp;#243;prios neg&amp;#243;cios. A caracter&amp;#237;stica desta lista nos leva facilmente a generalizar a conclus&amp;#227;o de que as pessoas escolhem o empreendedorismo como uma forma de ficar rico.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Estudos acad&amp;#234;micos com empreendedores em todo o mundo mostram que esta id&amp;#233;ia &amp;#233; equivocada e que, na verdade, os verdadeiros empreendedores est&amp;#227;o em busca de outras realiza&amp;#231;&amp;#245;es. O que percebemos &amp;#233; que os empreendedores brasileiros podem ser classificados em quatro tipos na sua rela&amp;#231;&amp;#227;o com o dinheiro:&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;1)	O empreendedor por necessidade, aquele que precisa do dinheiro para sobreviver, n&amp;#227;o encontra outra forma de remunera&amp;#231;&amp;#227;o por dificuldades para se inserir no mercado de trabalho e acaba adotando o caminho do empreendedorismo como forma de se sustentar. Geralmente estes empreendedores n&amp;#227;o desejavam ter um neg&amp;#243;cio pr&amp;#243;prio se pudessem escolher e a taxa de mortalidade &amp;#233; alta, pois ou o empreendedor abandona seu neg&amp;#243;cio na primeira oportunidade de emprego que aparece, ou acaba quebrando mesmo por falta de compet&amp;#234;ncia, de estrutura ou porque a oportunidade n&amp;#227;o era sustent&amp;#225;vel ao longo do tempo. Existe uma dualidade na percep&amp;#231;&amp;#227;o de valor do dinheiro para estes empreendedores, ou eles se classificam como os artistas que v&amp;#234;em em sua atividade uma necessidade para sobreviver, mas d&amp;#227;o import&amp;#226;ncia a coisas mais &amp;#8216;nobres&amp;#8217; na vida, enquanto existem outros que gostariam de ganhar mais dinheiro e conseguir respirar um pouco, mas n&amp;#227;o conseguem por pura falta de compet&amp;#234;ncia e precisam se contentar em conseguir terminar mais um dia sem passar fome. Nesta categoria se encaixam os empreendedores aut&amp;#244;nomos, artistas e alguns profissionais liberais, micro-empreendedores e empreendedores informais;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;2)	O empreendedor p&amp;#243;s-sobreviv&amp;#234;ncia. Trata-se daquele que come&amp;#231;ou como empreendedor por necessidade e consegue superar o sufoco dos primeiros anos, quando a instabilidade &amp;#233; alta e a fragilidade tamb&amp;#233;m. Normalmente &amp;#224;s duras penas, estes empreendedores conseguem estabilizar seus neg&amp;#243;cios e atingir um n&amp;#237;vel de volume de neg&amp;#243;cios que lhes garante um ganho m&amp;#237;nimo sem sobressaltos. Estes empreendedores t&amp;#234;m medo que seu neg&amp;#243;cio saia do controle, s&amp;#227;o traumatizados pelos primeiros anos de vida do empreendimento, passaram muitas dificuldades e respiram com al&amp;#237;vio a estabilidade adquirida. Apesar da predisposi&amp;#231;&amp;#227;o para assumir riscos seja uma caracter&amp;#237;stica pela qual os empreendedores normalmente s&amp;#227;o conhecidos, este tipo de empreendedor n&amp;#227;o tem a mesma predisposi&amp;#231;&amp;#227;o de correr riscos. Para ele, perder o neg&amp;#243;cio &amp;#233; um risco, proporcionalmente, muito grande e por isso ele se contenta em ter um neg&amp;#243;cio pequeno, mas que ele consiga controlar e manter. Para eles, o neg&amp;#243;cio &amp;#233; um meio de vida e n&amp;#227;o vemos neles muitos arroubos de crescimento. Os pequenos neg&amp;#243;cios de sobreviv&amp;#234;ncia, como mercadinho de bairro, posto de gasolina, lojas de varejo, sal&amp;#245;es de cabeleireiro e outros se encaixam nesta categoria;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;3)	O empreendedor por oportunidade, que, embora bem empregado e com &amp;#243;timas perspectivas de carreira no emprego tradicional, identifica uma oportunidade e cultiva h&amp;#225; tempos o sonho de empreender e ser o dono do pr&amp;#243;prio nariz. Eles normalmente se prepararam bem antes de se lan&amp;#231;ar como empreendedores. Adquirem forma&amp;#231;&amp;#227;o espec&amp;#237;fica, ficam sempre de olho nas janelas de oportunidade, se mant&amp;#233;m sempre informados, acumulam capital e, quando chega o momento, largam o emprego para perseguir seus sonhos. A taxa de mortalidade destes empreendimentos &amp;#233; baixa porque os riscos proporcionais s&amp;#227;o bem menores do que os empreendedores por necessidade. A rela&amp;#231;&amp;#227;o com o dinheiro que eles constroem varia em fun&amp;#231;&amp;#227;o de outros elementos que lhes d&amp;#227;o satisfa&amp;#231;&amp;#227;o, como equil&amp;#237;brio de vida, hobbies e passatempos, fam&amp;#237;lia, viagens, prazer do trabalho, experimenta&amp;#231;&amp;#227;o de coisas diferentes, vida social, entre outros. Para estes empreendedores, o dinheiro &amp;#233; bem vindo sempre e cada vez mais, por&amp;#233;m sua import&amp;#226;ncia vai caindo na medida em que ele vai atingindo uma remunera&amp;#231;&amp;#227;o que lhe d&amp;#225; um bom padr&amp;#227;o de vida a ponto dele poder se concentrar em outras coisas que lhe d&amp;#227;o satisfa&amp;#231;&amp;#227;o. A no&amp;#231;&amp;#227;o de sucesso para estes empreendedores n&amp;#227;o &amp;#233; exclusivamente o financeiro e sim o equil&amp;#237;brio propiciado por outras conquistas nas quais o dinheiro &amp;#233; apenas um destes componentes. Estes empreendedores querem que seus empreendimentos cres&amp;#231;am, mas n&amp;#227;o muito. N&amp;#227;o se v&amp;#234;em como donos de empresas gigantescas, &amp;#224;s quais acabar&amp;#227;o se tornando escravos. Ao contr&amp;#225;rio, preferem se manter como m&amp;#233;dias empresas em um crescimento org&amp;#226;nico, mas excelentes em seus campos de atua&amp;#231;&amp;#227;o. Por isso mesmo, estes empreendedores n&amp;#227;o se d&amp;#227;o muito bem com investidores de risco, pois invariavelmente seus objetivos entram em conflito. Enquanto o investidor quer ganhar muito dinheiro e r&amp;#225;pido, o empreendedor troca facilmente seus objetivos de maior ganho por uma causa social ou um bem maior que o seu neg&amp;#243;cio pode gerar. Para eles, empreender &amp;#233; um estilo de vida e n&amp;#227;o uma forma de enriquecer. Entram nesta categoria empresas de tecnologia, servi&amp;#231;os baseados em capital intelectual, neg&amp;#243;cios com m&amp;#233;dio a alto grau de inova&amp;#231;&amp;#227;o e nichos de mercado de alto padr&amp;#227;o;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;4)	Empreendedores de alto crescimento. Estes s&amp;#227;o os que querem sair na lista da Forbes. Para estes empreendedores, n&amp;#227;o h&amp;#225; limite para crescer. Querem crescer muito e r&amp;#225;pido. Representam o objeto de desejo de grandes investidores, pois compartilham os mesmos objetivos e reconhecem como principal, sen&amp;#227;o o &amp;#250;nico, par&amp;#226;metro de desempenho, os demonstrativos de resultados. Estes empreendedores abrem m&amp;#227;o de muita coisa para se dedicarem aos seus neg&amp;#243;cios. Procuram estar sempre bem relacionados com pessoas de poder, valorizam o prest&amp;#237;gio e s&amp;#227;o vaidosos. Para eles, n&amp;#227;o h&amp;#225; outro objetivo em ter um neg&amp;#243;cio sen&amp;#227;o a de proporcionar a liberdade de comprar tudo que de bom e de melhor o dinheiro possa obter e acreditam fielmente que o dinheiro pode tudo em uma sociedade capitalista. H&amp;#225; quem questione estes empreendedores e seus valores e princ&amp;#237;pios, mas h&amp;#225; uma grande quantidade de pessoas que se espelha em seus exemplos e cultivam os mesmos valores e objetivos. A m&amp;#237;dia especializada trata de refor&amp;#231;ar a mitifica&amp;#231;&amp;#227;o destes empreendedores, dando &amp;#234;nfase e import&amp;#226;ncia &amp;#224;s suas hist&amp;#243;rias de vida e realiza&amp;#231;&amp;#245;es, levando a uma question&amp;#225;vel concep&amp;#231;&amp;#227;o do que &amp;#233; ter sucesso na vida. Nesta categoria est&amp;#225; qualquer tipo de neg&amp;#243;cio, desde que seja grande ou esteja na rota do alto crescimento.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Tue, 17 May 2011 01:47:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/7069832</guid>
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				<title>Pequenos grandes neg?cios</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/6405318</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;Com certeza voc&amp;#234;, dono de um pequeno neg&amp;#243;cio, j&amp;#225; deve ter ouvido em diversas situa&amp;#231;&amp;#245;es que o futuro que todo pequeno neg&amp;#243;cio deve almejar &amp;#233; o crescimento at&amp;#233; se tornar uma grande empresa, certo? Os argumentos s&amp;#227;o muito fortes para sustentar este objetivo. Empresas grandes possuem um patrim&amp;#244;nio que lhes d&amp;#225; sustentabilidade e solidez, seu poder de barganha aumenta, sua capacidade de atrair talentos tamb&amp;#233;m, assim como as melhores oportunidades surgem para quem tem grande porte.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;Bem, e se eu lhe disser que voc&amp;#234; deveria pensar em ser uma grande empresa ao inv&amp;#233;s de ser uma empresa grande?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;Veja bem, n&amp;#227;o &amp;#233; a mesma coisa. Uma empresa grande &amp;#233; grande em tamanho, t&amp;#234;m milhares de funcion&amp;#225;rios, v&amp;#225;rias unidades de neg&amp;#243;cios, grande cobertura geogr&amp;#225;fica, faturamento na casa dos bilh&amp;#245;es e uma grande visibilidade, principalmente na m&amp;#237;dia especializada. J&amp;#225; uma grande empresa, pode ser pequena ou, normalmente, m&amp;#233;dia, em tamanho. Ela na verdade &amp;#233; fabulosa, tem poucos neg&amp;#243;cios, mas s&amp;#227;o as refer&amp;#234;ncias nos respectivos setores. Seus funcion&amp;#225;rios, que n&amp;#227;o passam de algumas centenas ou at&amp;#233; dezenas, s&amp;#227;o grandes talentos e t&amp;#234;m orgulho do lugar onde trabalham. A marca n&amp;#227;o &amp;#233; globalmente conhecida, mas &amp;#233; respeitada e admirada por quem conhece.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;Bem, esta &amp;#233; a id&amp;#233;ia que Bo Burlingham traz com o seu livro &amp;#8216;Small Giants &amp;#8211; Companies that choose to be great instead of big&amp;#8217; (Pequenos gigantes &amp;#8211; Empresas que escolheram ser fabulosas ao inv&amp;#233;s de grandes). Neste livro, Burlingham traz alguns motivos para o empreendedor repensar sua estrat&amp;#233;gia de se tornar grande:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;1) Manter-se pequeno d&amp;#225; ao empreendedor a autonomia na tomada de decis&amp;#245;es. O empreendedor continua com o neg&amp;#243;cio sob seu controle, n&amp;#227;o precisa dividir as decis&amp;#245;es com v&amp;#225;rias pessoas como em uma grande organiza&amp;#231;&amp;#227;o. O dono do neg&amp;#243;cio pode decidir que prefere abrir m&amp;#227;o de lucros para poder testar novos mercados em um determinado ano, uma empresa grande n&amp;#227;o tem esta op&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;2) Pequenos grandes neg&amp;#243;cios possuem uma identidade, uma &amp;#8216;alma&amp;#8217; que permeia toda a cultura interna e que se perde quando ela cresce demais. Isso &amp;#233; importante porque d&amp;#225; aos funcion&amp;#225;rios um senso de pertencimento, garante sua individualidade e o faz sentir-se como parte de uma fam&amp;#237;lia. Os funcion&amp;#225;rios s&amp;#227;o valorizados como pessoas e n&amp;#227;o como recursos. As pessoas t&amp;#234;m contato direto com os s&amp;#243;cios da empresa e este contato aumenta o alinhamento deles com a vis&amp;#227;o dos donos. As rela&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o s&amp;#227;o frias e impessoais como nas grandes, mas pr&amp;#243;ximas e calorosas como sempre deveriam ser.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;3) Na medida em que a empresa cresce, o prazer de empreender vai dando espa&amp;#231;o &amp;#224;s obriga&amp;#231;&amp;#245;es por resultados. A burocracia toma o lugar da liberdade. A press&amp;#227;o por cumprir os indicadores substitui a espontaneidade e a autonomia. Os controles e processos passam a ser mais importantes do que a adrenalina de um novo neg&amp;#243;cio. Cedo ou tarde, o empreendedor descobre que perdeu o que mais preza, sua independ&amp;#234;ncia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;4) Empresas menores se concentram em fazer pouco mas fazer bem. Seu direcionador para o futuro &amp;#233; a excel&amp;#234;ncia e a qualidade e n&amp;#227;o o volume e a massifica&amp;#231;&amp;#227;o. Pequenos grandes neg&amp;#243;cios entendem que todo crescimento tem um custo e as vantagens de ser grande n&amp;#227;o se sobressaem aos benef&amp;#237;cios de ser pequeno. Eles regulam a demanda do mercado atrav&amp;#233;s de pre&amp;#231;os Premium e por isso conseguem investir mais na cria&amp;#231;&amp;#227;o de valor para o cliente ou inova&amp;#231;&amp;#245;es para o mercado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;O importante a salientar aqui &amp;#233; que o crescimento &amp;#233; necess&amp;#225;rio e importante, afinal, ningu&amp;#233;m quer manter seu neg&amp;#243;cio na linha da sobreviv&amp;#234;ncia. O problema surge quando o empreendedor n&amp;#227;o estabelece um limite para este crescimento e acha que quanto maior, melhor. N&amp;#227;o podemos culpar o empreendedor por esta mentalidade, afinal, mercado, concorrentes, clientes, investidores, s&amp;#243;cios, funcion&amp;#225;rios, parceiros, fornecedores, sociedade, todos exercem forte press&amp;#227;o pelo paradigma do crescimento cont&amp;#237;nuo. O empreendedor precisa ter a frieza de fazer a auto an&amp;#225;lise e se perguntar: &amp;#8216;Ter uma empresa grande vai ser bom para mim? &amp;#201; isso que realmente eu quero?&amp;#8216;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#003366"&gt;Lembre-se, ser pequeno ou m&amp;#233;dio n&amp;#227;o &amp;#233; um defeito e nem precisa ser considerado como um est&amp;#225;gio intermedi&amp;#225;rio que todas as empresas precisam passar para avan&amp;#231;ar ao status de grande. Ser grande n&amp;#227;o &amp;#233; o &amp;#250;nico caminho. Como bem dizia uma antiga propaganda de uma distribuidora de combust&amp;#237;veis, voc&amp;#234; n&amp;#227;o precisa ser o maior para ser o melhor. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 02:26:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/6405318</guid>
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				<title>Porque as empresas fecham?</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/6206133</link>
				<description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;As pequenas e m&amp;#233;dias empresas t&amp;#234;m in&amp;#250;meras dificuldades para se estabelecer nos seus primeiros anos de vida. Sofrem por n&amp;#227;o conhecer direito o setor, por n&amp;#227;o saber lidar com clientes ou por n&amp;#227;o dominar aspectos financeiros b&amp;#225;sicos para gerir seu caixa. Eu e um grupo de pesquisadores do Insper e do Sebrae S&amp;#227;o Paulo estudamos quase 2 mil empresas abertas e registradas na Junta Comercial do Estado de S&amp;#227;o Paulo (Jucesp) entre os anos de 1999 e 2003, em busca de evid&amp;#234;ncias dos principais motivos que justificam a alta mortalidade das empresas nascentes - e as caracter&amp;#237;sticas comuns das empresas que sobrevivem a este per&amp;#237;odo mais cr&amp;#237;tico. A seguir, as principais conclus&amp;#245;es do estudo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;Um dos fatores que levam &amp;#224; sobreviv&amp;#234;ncia da empresa &amp;#233; o seu tamanho. Quanto maior o tamanho da empresa, menor a probabilidade de fechamento. As empresas maiores estruturam melhor pr&amp;#225;ticas gerenciais. Elas tamb&amp;#233;m gozam de maior facilidade para obten&amp;#231;&amp;#227;o de linhas de cr&amp;#233;dito e t&amp;#234;m mais flexibilidade para suportar incertezas do ambiente externo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;Empresas que se relacionam com governos t&amp;#234;m menor probabilidade de fechar. Uma poss&amp;#237;vel explica&amp;#231;&amp;#227;o para esse resultado &amp;#233; que, para satisfazer uma s&amp;#233;rie de requisitos legais associados a licita&amp;#231;&amp;#245;es p&amp;#250;blicas, a empresa precisa ter uma maior capacidade de organiza&amp;#231;&amp;#227;o - o que se reflete na sua habilidade de sobreviver. Al&amp;#233;m disso, ao ganhar uma licita&amp;#231;&amp;#227;o, a empresa passa a contar com um fluxo certo de vendas durante o per&amp;#237;odo de contrato. Reduz-se assim a incerteza e a volatilidade das vendas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;O estudo n&amp;#227;o demonstrou diferen&amp;#231;as significativas no fato de o empreendedor ser movido pela necessidade ou pela oportunidade. O setor a que pertence o neg&amp;#243;cio (ind&amp;#250;stria, com&amp;#233;rcio, servi&amp;#231;os) e a idade do empreendedor tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o apresentaram efeitos significativos na probabilidade de fechamento. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;A exist&amp;#234;ncia de grandes empresas concorrentes no mercado do empreendedor aparentemente reduz, em vez de aumentar, o risco de fechamento. &amp;#201; poss&amp;#237;vel que as pequenas empresas que tenham grandes concorrentes sejam obrigadas a adotar pr&amp;#225;ticas de gest&amp;#227;o mais eficazes ou que elas aproveitem brechas no mercado que n&amp;#227;o s&amp;#227;o atendidas ou s&amp;#227;o ignoradas por companhias maiores. Essa explica&amp;#231;&amp;#227;o ficou demonstrada com a constata&amp;#231;&amp;#227;o de um relacionamento positivo entre concorrentes. Eles trocam informa&amp;#231;&amp;#245;es entre si e recebem indica&amp;#231;&amp;#245;es feitas pelas grandes empresas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;A probabilidade de um empreendedor que possui pelo menos o segundo grau encerrar as atividades &amp;#233; significativamente menor do que aquele que possui at&amp;#233; o primeiro grau de escolaridade. No entanto, parece n&amp;#227;o haver grande diferen&amp;#231;a na chance de fechamento do neg&amp;#243;cio de um empreendedor que possui o n&amp;#237;vel superior ou apenas o segundo grau. Apesar de parecer uma contradi&amp;#231;&amp;#227;o ao senso comum, isso &amp;#233; justificado pelo fato de que o estudo contemplou o escopo de sobreviv&amp;#234;ncia de pequenas empresas e n&amp;#227;o, necessariamente, o seu sucesso. &amp;#201; poss&amp;#237;vel imaginar que, para ser bem-sucedida, a empresa precise crescer, e, para isso, uma forma&amp;#231;&amp;#227;o superior seja necess&amp;#225;ria.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;A probabilidade de fechamento de uma empresa cujo propriet&amp;#225;rio gastou at&amp;#233; cinco meses planejando o neg&amp;#243;cio &amp;#233; maior do que daquele que gastou um ano ou mais nesse planejamento. Esse resultado indica que, mesmo que o empreendedor n&amp;#227;o tenha experi&amp;#234;ncia no ramo, ele pode compens&amp;#225;-la capacitando-se antes de abrir o neg&amp;#243;cio, buscando informa&amp;#231;&amp;#245;es e novos conhecimentos que podem ser &amp;#250;teis na antecipa&amp;#231;&amp;#227;o de problemas e na inclus&amp;#227;o no mercado. Outra constata&amp;#231;&amp;#227;o interessante, por contradizer o senso comum, &amp;#233; que mais anos de planejamento n&amp;#227;o aumentam as chances de sobreviv&amp;#234;ncia do neg&amp;#243;cio. Podemos justificar isso com a revela&amp;#231;&amp;#227;o de que planejamento &amp;#233; necess&amp;#225;rio, mas planejamento demais pode 'engessar' o neg&amp;#243;cio e deix&amp;#225;-lo refrat&amp;#225;rio &amp;#224;s mudan&amp;#231;as ambientais necess&amp;#225;rias que se apresentem.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;O fato de algu&amp;#233;m na fam&amp;#237;lia possuir uma atividade relacionada com o neg&amp;#243;cio do empreendedor ajuda a diminuir a chance de fechamento da empresa. Isso demonstra a import&amp;#226;ncia de rela&amp;#231;&amp;#245;es sociais no &amp;#226;mbito da fam&amp;#237;lia como constituintes do capital social do empreendedor. Por meio dessas rela&amp;#231;&amp;#245;es, o empreendedor pode acessar informa&amp;#231;&amp;#245;es ou se beneficiar da experi&amp;#234;ncia pr&amp;#233;via de familiares.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;Por outro lado, o estudo verificou que o uso de contatos pessoais n&amp;#227;o faz diferen&amp;#231;a na probabilidade de sobreviv&amp;#234;ncia das empresas pesquisadas. Aparentemente, o capital social do empreendedor &amp;#233; mais &amp;#250;til no momento em que ele constr&amp;#243;i sua ideia de neg&amp;#243;cio e se mostra importante na hora de implement&amp;#225;-lo. Uma vez estabelecido, por&amp;#233;m, o neg&amp;#243;cio recebe influ&amp;#234;ncia cada vez menor desta rede social do empreendedor.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;Do conjunto de pr&amp;#225;ticas gerenciais adotadas pelos empreendedores, o aproveitamento de oportunidades, a antecipa&amp;#231;&amp;#227;o de acontecimentos, a prepara&amp;#231;&amp;#227;o para enfrentar os problemas antes que eles aconte&amp;#231;am, a busca intensa por informa&amp;#231;&amp;#245;es que auxiliem na tomada de decis&amp;#245;es e o cumprimento persistente dos objetivos demonstraram ser significativamente relevantes nas chances de sobreviv&amp;#234;ncia, sobretudo a capacidade de se adequar ao mercado rapidamente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;Com isso, conclu&amp;#237;mos que n&amp;#227;o existe um fator que, sozinho, explique por que as empresas fecham com poucos anos de vida. Tamb&amp;#233;m &amp;#233; importante notar que esse estudo se refere a aspectos relacionados com sobreviv&amp;#234;ncia e mortalidade de empresas nascentes e n&amp;#227;o ao crescimento e sucesso dos neg&amp;#243;cios. O fato de uma empresa apresentar as caracter&amp;#237;sticas que demonstraram ser importantes para sua sobreviv&amp;#234;ncia n&amp;#227;o garante que ela seja bem-sucedida no futuro, muito embora, nos dias atuais, sobreviver j&amp;#225; seja sin&amp;#244;nimo de sucesso para algumas empresas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;O artigo completo e original do estudo foi publicado na &amp;#250;ltima edi&amp;#231;&amp;#227;o da Revista de Administra&amp;#231;&amp;#227;o da USP, que pode ser acessado neste link: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#008000"&gt;&lt;a href="http://www.rausp.usp.br/download.asp?file=v4504343.pdf"&gt;http://www.rausp.usp.br/download.asp?file=v4504343.pdf&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 13:03:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/6206133</guid>
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				<title>Tenha um 2011 Uau!!!</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/5887587</link>
				<description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Voc&amp;#234; j&amp;#225; fez suas resolu&amp;#231;&amp;#245;es para 2011? Esta &amp;#233; aquela &amp;#233;poca em que constru&amp;#237;mos esperan&amp;#231;as de grandes realiza&amp;#231;&amp;#245;es para o ano que come&amp;#231;a. Fazemos nossas promessas e estabelecemos metas importantes para nossas vidas. Aos que pretendem seguir a carreira empreendedora, permitam-me fazer uma sugest&amp;#227;o de uma boa resolu&amp;#231;&amp;#227;o para se adotar para 2011: N&amp;#227;o perca uma oportunidade para ser fabuloso em 2011!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quem me deu esta dica foi a Profa. Tina Seelig, coordenadora do Centro de Empreendedorismo Tecnol&amp;#243;gico da Universidade de Stanford em 2008. Refletindo sobre o tema, percebi que esta &amp;#233; uma caracter&amp;#237;stica comum entre a maioria dos empreendedores que conhe&amp;#231;o. A t&amp;#227;o propalada necessidade de realiza&amp;#231;&amp;#227;o e de conquistas que qualifica empreendedores bem sucedidos &amp;#233; inspirada por esta simples dica que acabei por transformar em recomenda&amp;#231;&amp;#227;o aos meus alunos, orientandos e mentorados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o que isto significa? Ser fabuloso &amp;#233; obter uma realiza&amp;#231;&amp;#227;o que seja marcante, significativa, memor&amp;#225;vel e da qual voc&amp;#234; se orgulhe e d&amp;#234; uma sensa&amp;#231;&amp;#227;o de que valeu a pena ter se dedicado para ela. N&amp;#227;o &amp;#233; algo que voc&amp;#234; j&amp;#225; tem obriga&amp;#231;&amp;#227;o de fazer, como passar de ano ou atingir uma meta no trabalho. Tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o pode ser algo que dependa mais dos outros do que de voc&amp;#234;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para empreendedores, se tornar propriet&amp;#225;rio de um novo neg&amp;#243;cio &amp;#233; uma forma se ser fabuloso, talvez a mais &amp;#243;bvia. Existem v&amp;#225;rias outras formas de ser fabuloso. As pessoas costumam pensar em causas sociais, como ajudar a desenvolver uma determinada comunidade de recursos limitados, ou participar de um grupo assistencialista. Isto tudo &amp;#233; relevante, claro, mas o importante &amp;#233; que esta seja uma realiza&amp;#231;&amp;#227;o na qual voc&amp;#234; seja o principal protagonista. Seja qual for a atividade ou projeto, voc&amp;#234; precisa ser o principal respons&amp;#225;vel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A melhor forma de pensar em ser fabuloso em algo &amp;#233; come&amp;#231;ar com suas compet&amp;#234;ncias. O que voc&amp;#234; sabe fazer bem? Como esta sua compet&amp;#234;ncia ou habilidade pode ser &amp;#250;til para construir algo relevante? Lembre-se que n&amp;#227;o podem ser v&amp;#225;rias coisas no ano, pode ser apenas uma ou duas, mas o importante &amp;#233; que seja algo grande e marcante. Outra forma &amp;#233; aproveitar as pessoas que voc&amp;#234; conhece e mobiliz&amp;#225;-las para construir algo sob a sua batuta. Deixe-me dar alguns exemplos:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Publicar um v&amp;#237;deo na internet que as pessoas achem legal e divulguem a ponto de se tornar viral, com milhares de acesso. Isso &amp;#233; fabuloso. J&amp;#225; ter centenas de seguidores no Twitter pode ser um grande desafio, mas n&amp;#227;o &amp;#233; fabuloso. Vencer um concurso de dan&amp;#231;a &amp;#233; fabuloso, mas se voc&amp;#234; &amp;#233; dan&amp;#231;arino profissional, deixa de ser algo fabuloso, pois n&amp;#227;o &amp;#233; desafiador. Participar de um programa de interc&amp;#226;mbio internacional por seis meses &amp;#233; algo fabuloso, mas se voc&amp;#234; estiver fazendo isso depois que a maioria dos seus amigos j&amp;#225; fez, a&amp;#237; j&amp;#225; n&amp;#227;o &amp;#233; mais fabuloso, pois a iniciativa n&amp;#227;o foi sua e sim um comportamento imitativo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eles podem parecer banais, mas estas realiza&amp;#231;&amp;#245;es precisam ser desafiadoras para quem as realizou. Ah sim, n&amp;#227;o se esque&amp;#231;a que precisa ser algo que possa se tornar p&amp;#250;blico, algo que as pessoas vejam, reconhe&amp;#231;am o valor e te parabenizem por isso. Precisa haver algum reconhecimento externo. Se voc&amp;#234; mobilizou centenas de pessoas para fazerem doa&amp;#231;&amp;#245;es para uma institui&amp;#231;&amp;#227;o e ningu&amp;#233;m souber disso, pode ter sido importante para voc&amp;#234; e sua auto-estima, mas n&amp;#227;o ser&amp;#225; algo fabuloso se as pessoas n&amp;#227;o a reconhecerem como tal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Voc&amp;#234; n&amp;#227;o precisa definir agora o que pretende fazer e estabelecer esta meta antecipadamente. Basta colocar como meta que voc&amp;#234; far&amp;#225; algo fabuloso em 2011, sem necessariamente precisar o que. Ao longo do ano, esteja atento &amp;#224;s oportunidades. Se voc&amp;#234; estiver ligado, ver&amp;#225; que elas vir&amp;#227;o, uma atr&amp;#225;s da outra. Pode ser um convite para escrever para um site de grande exposi&amp;#231;&amp;#227;o, pode ser um convite para viajar com um amigo para uma cultura desconhecida, pode ser atrav&amp;#233;s de uma pessoa que voc&amp;#234; acaba de conhecer e que trabalha para uma grande multinacional, pode ser um amigo que tem uma &amp;#243;tima id&amp;#233;ia de neg&amp;#243;cio e que precisa de um s&amp;#243;cio. As oportunidades est&amp;#227;o em todos os lugares, basta aprendermos a identific&amp;#225;-las. Se voc&amp;#234; quer fazer algo fabuloso, n&amp;#227;o s&amp;#243; voc&amp;#234; a identificar&amp;#225; como far&amp;#225; de tudo para aproveit&amp;#225;-la.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como voc&amp;#234; reparou, n&amp;#227;o estou falando de neg&amp;#243;cios, mas a biografia de grandes empreendedores est&amp;#225; repleta de realiza&amp;#231;&amp;#245;es fabulosas que n&amp;#227;o tem nada a ver com os neg&amp;#243;cios que eles criaram, mas fizeram parte do seu processo de forma&amp;#231;&amp;#227;o empreendedora. Isso significa, antes de tudo, que empreendedores n&amp;#227;o se perdem com atividades rotineiras, procuram fugir de a&amp;#231;&amp;#245;es do tipo &amp;#8216;apagar inc&amp;#234;ndios&amp;#8217;. Esta tend&amp;#234;ncia nos faz chegar no final do ano com uma sensa&amp;#231;&amp;#227;o de que o ano passou em branco, como se voc&amp;#234; n&amp;#227;o tivesse aproveitado nada e simplesmente deixou o tempo passar. Empreendedores s&amp;#227;o aqueles que chegar&amp;#227;o ao final de 2011, far&amp;#227;o um balan&amp;#231;o em retrospectiva do ano e citar&amp;#227;o algumas realiza&amp;#231;&amp;#245;es das quais dir&amp;#227;o: Uau! Este ano valeu a pena! E voc&amp;#234; est&amp;#225; disposto a ter um Uau!!! para colocar no seu curr&amp;#237;culo pessoal em 2011? &lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 15:04:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/5887587</guid>
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				<title>Fa?a sua pesquisa de mercado</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/5694644</link>
				<description>&lt;p&gt;Para fazer um bom plano de neg&amp;#243;cios, &amp;#233; preciso dedicar bastante tempo para coletar dados e informa&amp;#231;&amp;#245;es. Fazemos isso de diversas formas, mas a principal &amp;#233; buscar fontes de informa&amp;#231;&amp;#245;es j&amp;#225; existentes, como entidades, universidades, associa&amp;#231;&amp;#245;es, centros de estudos etc. O problema &amp;#233; que estes estudos s&amp;#227;o escassos, n&amp;#227;o trazem todas as informa&amp;#231;&amp;#245;es que procuramos e ainda s&amp;#227;o muito gen&amp;#233;ricos, amplos demais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ideal mesmo &amp;#233; fazer uma boa pesquisa de mercado prim&amp;#225;ria, aquela em que o empreendedor vai conhecer diretamente o seu cliente ou futuro cliente. Existem v&amp;#225;rias formas de fazer isso, mas a mais comum &amp;#233; a que usa question&amp;#225;rios, pois pode ser aplicado em larga escala e sua tabula&amp;#231;&amp;#227;o e an&amp;#225;lise proporcionam conclus&amp;#245;es mais confi&amp;#225;veis. Este tipo de pesquisa pode ter duas finalidades, a explorat&amp;#243;ria e de profundidade. A explorat&amp;#243;ria &amp;#233; feita com um p&amp;#250;blico bem amplo e visa identificar o perfil do mercado para o seu neg&amp;#243;cio. J&amp;#225; a pesquisa de profundidade &amp;#233; feita apenas com o perfil escolhido e visa um conhecimento mais detalhado de suas caracter&amp;#237;sticas e comportamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A primeira coisa a se fazer nestes tipos de pesquisa &amp;#233; definir uma boa amostra para submeter o question&amp;#225;rio. Como n&amp;#227;o podemos pesquisar toda a popula&amp;#231;&amp;#227;o, escolhemos um extrato da popula&amp;#231;&amp;#227;o para fazer a pesquisa. Esta amostra deve ter caracter&amp;#237;sticas que a qualifiquem como representativa da popula&amp;#231;&amp;#227;o. Assim, se a popula&amp;#231;&amp;#227;o tem 57% de homens, a amostra tamb&amp;#233;m deve ter a mesma propor&amp;#231;&amp;#227;o. Se a popula&amp;#231;&amp;#227;o tem 23% de pessoas com n&amp;#237;vel universit&amp;#225;rio, a amostra tamb&amp;#233;m deve ter 23% de pessoas com o mesmo n&amp;#237;vel. Se esta regra b&amp;#225;sica n&amp;#227;o for seguida, o resultado da pesquisa poder&amp;#225; n&amp;#227;o refletir o comportamento da popula&amp;#231;&amp;#227;o desejada. O tamanho da amostra &amp;#233; vari&amp;#225;vel, mas deve ser suficiente para que todas as an&amp;#225;lises e cruzamentos gerem conclus&amp;#245;es que possam ser expandidas para toda a popula&amp;#231;&amp;#227;o. O recomend&amp;#225;vel &amp;#233; que seja no maior n&amp;#250;mero poss&amp;#237;vel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um outro grande desafio &amp;#233; a elabora&amp;#231;&amp;#227;o do question&amp;#225;rio. Se os resultados forem tabulados para tratamento estat&amp;#237;stico, &amp;#233; recomend&amp;#225;vel que as quest&amp;#245;es sejam feitas na forma de m&amp;#250;ltipla escolha. Perguntas fechadas podem ser usadas, mas com parcim&amp;#244;nia. Uma pergunta fechada &amp;#233; aquela que exige uma resposta curta, do tipo &amp;#8216;quantos anos voc&amp;#234; tem?&amp;#8217; ou &amp;#8216;profiss&amp;#227;o do pai&amp;#8217;. Perguntas abertas, do tipo &amp;#8216;o que acha da pol&amp;#237;tica brasileira?&amp;#8217;, n&amp;#227;o s&amp;#227;o recomend&amp;#225;veis neste tipo de pesquisa pois d&amp;#227;o muito trabalho para tabular e interpretar dependendo da quantidade de respostas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na primeira parte do question&amp;#225;rio, usa-se muito perguntas do tipo demogr&amp;#225;ficas, que v&amp;#227;o ajudar a caracterizar a amostra, do tipo &amp;#8216;nacionalidade&amp;#8217;, &amp;#8216;n&amp;#250;mero de filhos&amp;#8217; ou &amp;#8216;g&amp;#234;nero&amp;#8217;. Estes dados permitem a segmenta&amp;#231;&amp;#227;o da popula&amp;#231;&amp;#227;o para an&amp;#225;lises que permitir&amp;#227;o compreender o perfil dos entrevistados e suas prefer&amp;#234;ncias e opini&amp;#245;es com rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s outras perguntas que vir&amp;#227;o a seguir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dose bem a quantidade de perguntas. Deve ser suficiente para conseguir fazer uma boa e ampla an&amp;#225;lise que permita conclus&amp;#245;es sobre as respostas que voc&amp;#234; busca, por&amp;#233;m n&amp;#227;o deve ser comprida demais, ou as pessoas se recusam a responder, ou pior, respondem de qualquer maneira. Pense tamb&amp;#233;m na escala das alternativas. Uma coisa &amp;#233; colocar alternativas do tipo &amp;#8216;nota de 1 a 5&amp;#8217; outra coisa &amp;#233; colocar &amp;#8216;discordo totalmente&amp;#8217; at&amp;#233; &amp;#8216;concordo totalmente&amp;#8217; numa escala igualmente de 5 pontos. O respondente precisa saber de forma muito clara como responder para garantir que ele saiba que a nota &amp;#8216;1&amp;#8217; significa &amp;#8216;discordo totalmente e que a nota &amp;#8216;5&amp;#8217; significa &amp;#8216;concordo totalmente&amp;#8217;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na hora de elaborar as quest&amp;#245;es espec&amp;#237;ficas, &amp;#233; preciso ter em conta os objetivos da pesquisa e t&amp;#234;-las sempre em mente para n&amp;#227;o correr o risco de acabar colocando perguntas que n&amp;#227;o v&amp;#227;o ajud&amp;#225;-lo a obter o resultado desejado. Tamb&amp;#233;m evite fazer perguntas diretas sobre temas em que o respondente n&amp;#227;o tenha nenhum est&amp;#237;mulo para ser verdadeiro em suas respostas. Uma t&amp;#237;pica pergunta que incorre neste erro &amp;#233; &amp;#8216;Quanto voc&amp;#234; est&amp;#225; disposto a pagar pelo produto?&amp;#8217;, invariavelmente a resposta n&amp;#227;o &amp;#233; honesta. Neste caso, uma boa sa&amp;#237;da &amp;#233; fazer perguntas diferentes ao longo do question&amp;#225;rio de compara&amp;#231;&amp;#227;o, do tipo &amp;#8216;voc&amp;#234; compraria este produto no lugar de um livro?&amp;#8216;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ali&amp;#225;s, uma t&amp;#233;cnica muito comum em elabora&amp;#231;&amp;#227;o de question&amp;#225;rios &amp;#233; fazer perguntas amb&amp;#237;guas em pontos diferentes para ver se o respondente n&amp;#227;o cai em contradi&amp;#231;&amp;#227;o. Usa-se esta t&amp;#233;cnica para assegurar-se que o respondente est&amp;#225; sendo honesto em suas respostas. Outra pr&amp;#225;tica comum &amp;#233; fazer perguntas que se ramificam para partes diferentes do question&amp;#225;rio, pois ajudam a segmentar os respondentes j&amp;#225; no momento que ele responde. Um exemplo seria &amp;#8216;Se a resposta da quest&amp;#227;o anterior foi &amp;lt; de 20 anos, ent&amp;#227;o v&amp;#225; para a pergunta 37&amp;#8217;, assim, um &amp;#250;nico question&amp;#225;rio pode atender p&amp;#250;blicos diferentes, minimizando o trabalho de aplica&amp;#231;&amp;#227;o e tabula&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um erro bastante comum &amp;#233; tentar saber duas coisas em uma s&amp;#243; pergunta. Por exemplo &amp;#8216;voc&amp;#234; navega na internet ou assiste TV a cabo nas horas vagas?&amp;#8217;, se ele responder &amp;#8216;sim&amp;#8217;, voc&amp;#234; n&amp;#227;o sabe se ele navega na internet ou se assiste TV a cabo, o que pode comprometer as suas conclus&amp;#245;es. Uma d&amp;#250;vida comum &amp;#233; se o respondente precisa se identificar ao responder o question&amp;#225;rio. Existem duas abordagens. Se h&amp;#225; perguntas em que o respondente pode se comprometer se a identidade for revelada, deixe a identifica&amp;#231;&amp;#227;o como opcional, pois obrig&amp;#225;-lo a responder pode espant&amp;#225;-lo ou lev&amp;#225;-lo a responder o que os outros querem ouvir ao inv&amp;#233;s do que ele realmente pensa. Por outro lado, se voc&amp;#234; precisa entrar em contato com o respondente para, dependendo do que ele respondeu, aprofundar melhor as respostas dadas, ent&amp;#227;o pe&amp;#231;a para ele se identificar e passar os dados de contato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, estas s&amp;#227;o apenas algumas dicas para fazer uma pesquisa. Certamente voc&amp;#234; ter&amp;#225; d&amp;#250;vidas na hora de elaborar o seu question&amp;#225;rio espec&amp;#237;fico, mas existe muita informa&amp;#231;&amp;#227;o dispon&amp;#237;vel, tanto na internet como em livros. Se voc&amp;#234; for usar a internet para distribuir seu question&amp;#225;rio, use os v&amp;#225;rios sites gratuitos para este fim, como o SurveyMonkey (www.surveymonkey.com). O importante &amp;#233; saber que sua pesquisa nunca vai ficar igual a uma pesquisa feita por institutos especializados, mas certamente &amp;#233; bem mais barata. Se esta &amp;#233; a primeira abordagem que voc&amp;#234; faz com o seu mercado, a pesquisa n&amp;#227;o precisa ser muito precisa, basta que os resultados lhe d&amp;#234;em algum direcionamento para a sua defini&amp;#231;&amp;#227;o da estrat&amp;#233;gia. Com o tempo voc&amp;#234; poder&amp;#225; reunir recursos para contratar uma consultoria especializada e fazer pesquisas mais acuradas na medida em que a necessidade aumenta.&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 15:47:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/5694644</guid>
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				<title>Cons?rcio Global de Centros de Empreendedorismo</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/5196593</link>
				<description>&lt;p&gt;O encontro anual aconteceu entre os dias 21 e 23 de outubro na universidade da Pennsylvania.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foram mais de 200 escolas representadas, de 18 pa&amp;#237;ses. Al&amp;#233;m de 5 sess&amp;#245;es plen&amp;#225;rias, 25 sess&amp;#245;es paralelas divididos em 5 temas contaram com apresenta&amp;#231;&amp;#245;es das escolas sobre suas melhores pr&amp;#225;ticas, a saber:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Tema 1: Desenvolvimento dos centros (apresentei o Cemp na sess&amp;#227;o sobre Pequenos Centros)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Tema 2: Iniciativas conduzidas por alunos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Tema 3: Empreendedorismo e tecnologia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Tema 4: Educa&amp;#231;&amp;#227;o Empreendedora (Apresentei o Empreenda na sess&amp;#227;o sobre Competi&amp;#231;&amp;#245;es de planos de neg&amp;#243;cios e apresentei uma t&amp;#233;cnica de ensino de Empreendedorismo Corporativo na sess&amp;#227;o sobre t&amp;#233;cnicas de ensino inovadoras)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Tema 5: Impacto dos programas de empreendedorismo &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As 5 sess&amp;#245;es plen&amp;#225;rias tiveram como temas:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Construindo um programa com impacto social, as li&amp;#231;&amp;#245;es da India.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Promovendo experi&amp;#234;ncias reais para uma grande quantidade de alunos, as li&amp;#231;&amp;#245;es da Europa Central.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Como as redes impactam a educa&amp;#231;&amp;#227;o empreendedora&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Modelos de empreendedorismo social escal&amp;#225;veis&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Alcan&amp;#231;ando cada crian&amp;#231;a: O crescimento do &amp;#8216;dia da limonada&amp;#8217; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Shameless Self Promotion: 20 universidades foram convidadas a apresentar, em 2 minutos, o que de melhor est&amp;#227;o fazendo (Fui convidado a falar da nossa experi&amp;#234;ncia com o Innovation Challenge).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como cada tema tinha 5 sess&amp;#245;es, e eu apresentei em 3 delas, n&amp;#227;o pude ver a maioria das sess&amp;#245;es diferentes das que eu fiz apresenta&amp;#231;&amp;#227;o. Relato abaixo os pontos que achei de maior interesse:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- os CEs tem um grande compromisso com a sociedade no sentido de fomentar a iniciativa empreendedora como caminho para o desenvolvimento socioecon&amp;#244;mico dos pa&amp;#237;ses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- ha uma necessidade de estreitar as rela&amp;#231;&amp;#245;es entre escolas de negocio e outras escolas como ci&amp;#234;ncias ou tecnologia, pois &amp;#233; atrav&amp;#233;s delas que surgem as principais inova&amp;#231;&amp;#245;es aplicadas na forma de novos neg&amp;#243;cios. Estas parcerias, embora nascentes, tem maior potencial de gerar impacto positivo na economia, na forma de r&amp;#225;pido crescimento e atendimento de necessidades emergentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- A maioria dos centros de empreendedorismo representados na conferencia vem de escolas de neg&amp;#243;cios, o interesse do consorcio &amp;#233; buscar novos membros de outras &amp;#225;reas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Embora a maioria dos centros representados seja financiada por fundos de endowment, os recursos dispon&amp;#237;veis s&amp;#227;o escassos e eles tamb&amp;#233;m lutam para conseguir recursos para a realiza&amp;#231;&amp;#227;o de eventos. &amp;#192;s vezes o centro n&amp;#227;o recebe fundos, mas eles conseguem patroc&amp;#237;nio para cadeiras de empreendedorismo ou programas independentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Alguns centros se deram conta que n&amp;#227;o adianta mais lan&amp;#231;ar novos cursos, pois j&amp;#225; existe oferta em demasiado (cursos de empreendedorismo em minorias, empreendedorismo internacional, empreendedorismo juvenil, solopreneur, empreendedorismo feminino, entrepreneurship through acquisition, etc) o que eles acreditam &amp;#233; que devem focar agora em desenvolver melhores t&amp;#233;cnicas de ensino que v&amp;#227;o al&amp;#233;m do conte&amp;#250;do para formar empreendedores, ou seja, melhorar o que tem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Alguns centros est&amp;#227;o sendo bem sucedidos em programas de internships e peer mentoring com empreendedores, alguns inclusive com alumni empreendedores. Afirmaram que &amp;#233; fundamental estabelecer m&amp;#233;tricas observ&amp;#225;veis do aprendizado do aluno em iniciativas desta natureza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- A Kent State divulgou o Entrepreneurship Education Consortium, que re&amp;#250;ne 9 universidades da regi&amp;#227;o do NE de Ohio. A forma&amp;#231;&amp;#227;o de cons&amp;#243;rcios regionais &amp;#233; uma forma de compensar o tamanho pequeno de cada universidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Boot Camps est&amp;#227;o ficando cada vez mais comuns tamb&amp;#233;m. Trata-se de um programa de imers&amp;#227;o que pode durar de 1 dia a 1 semana, na qual os alunos ficam em um lugar fora do campus e, al&amp;#233;m de aulas de projetos em grupo, recebem tamb&amp;#233;m palestrantes empreendedores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Alguns centros localizados no interior do pa&amp;#237;s, em cidades que precisam retomar o ciclo econ&amp;#244;mico p&amp;#243;s-crise, tem o desafio de manter os jovens na cidade/regi&amp;#227;o e para isso, recebem apoio das prefeituras locais para disseminar a cultura empreendedora e d&amp;#227;o apoio para incentivar os jovens a continuar na cidade por meio da iniciativa empreendedora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Stanford (Business School e n&amp;#227;o a STVP do REE) atua principalmente nos cursos de MBA. As aulas s&amp;#227;o sempre conduzidas por uma dupla formada por um empreendedor/investidor bem sucedido e um tennure track faculty.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Um dos debates quentes foi sobre o ensino de t&amp;#233;cnicas de vendas. Embora os centros tenham plena convic&amp;#231;&amp;#227;o da import&amp;#226;ncia de dar esta forma&amp;#231;&amp;#227;o aos futuros empreendedores, nem os alunos se interessam pelo tema e nem os professores reconhecem esta necessidade. Existe um preconceito generalizado sobre vendas. Um dos presentes disse que resolveu o problema acrescentando apenas uma palavra ao t&amp;#237;tulo do curso: Strategic selling.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Outro debate controverso foi sobre um centro que lan&amp;#231;ou um curso de empreendedorismo s&amp;#243; para mulheres. Muitos n&amp;#227;o conseguiam entender a necessidade de um curso s&amp;#243; para mulheres pois n&amp;#227;o entendiam porque existe diferen&amp;#231;a de g&amp;#234;nero ao tratar do tema empreendedorismo. Os argumentos a professora n&amp;#227;o convenceram a audi&amp;#234;ncia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Embora a maioria das escolas estejam organizando competi&amp;#231;&amp;#245;es de planos de neg&amp;#243;cios, ou tem a inten&amp;#231;&amp;#227;o de come&amp;#231;ar, algumas declararam que n&amp;#227;o est&amp;#227;o mais fazendo, pois a qualidade dos planos gerados por alunos da gradua&amp;#231;&amp;#227;o se mostraram imaturos demais para justificar uma competi&amp;#231;&amp;#227;o e acreditam que o processo deve maturar mais antes de come&amp;#231;ar uma competi&amp;#231;&amp;#227;o interna. Outros alegaram que a pr&amp;#243;pria competi&amp;#231;&amp;#227;o, com o tempo, proporciona esta maturidade. Alguns declararam que transformaram a competi&amp;#231;&amp;#227;o de planos de neg&amp;#243;cios em uma &amp;#8216;batalha de conceitos de neg&amp;#243;cios&amp;#8217; apenas, pois &amp;#233; mais f&amp;#225;cil para o aluno.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Dentre as t&amp;#233;cnicas de ensino, destacou-se um professor que mostrou como usa o teatro para desinibir os alunos. O curso tem uma semana, os alunos escrevem o roteiro, ensaiam e atuam. Al&amp;#233;m do trabalho em grupo, eles aprendem a criar, a desempenhar um papel e a lidar com circunst&amp;#226;ncias limitadoras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Dentre as iniciativas cross campus, a maioria das apresenta&amp;#231;&amp;#245;es citavam outreach programs, como palestras, semin&amp;#225;rios, conferencias e workshops de natureza interdisciplinar, como empreendedorismo em health care, franquias em industrias criativas, empreendimentos em artes, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Uma das apresenta&amp;#231;&amp;#245;es trouxe um estudo da South Florida sobre as atividades de CEs com mais efeitos positivos, das quais se destacam: Mescla de professores de empreendedorismo com empreendedores nas aulas, cursos comuns cross campus, p&amp;#250;blicos heterog&amp;#234;neos (graduandos com MBA). Educa&amp;#231;&amp;#227;o empreendedora como parte da miss&amp;#227;o da universidade, oferta de dupla titula&amp;#231;&amp;#227;o, boot camps, incubadoras e est&amp;#225;gio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Berkeley, com seus 36 mil alunos, falou sobre suas v&amp;#225;rias competi&amp;#231;&amp;#245;es, que v&amp;#227;o de planos de neg&amp;#243;cios em trilhas diferentes, IdeaFest que est&amp;#225; vinculado com um curso, Ideas@cal exclusivamente para equipes multidisciplinares, competi&amp;#231;&amp;#245;es de pitching, o Global Social Venture Challenge s&amp;#243; para empreendedorismo social e o Intel Berkeley Tech Competition s&amp;#243; para neg&amp;#243;cios de tecnologia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- A maioria das business schools com centro de empreendedorismo oferece um major em empreendedorismo, algumas oferecem um minor em empreendedorismo, mas geralmente &amp;#233; para alunos de fora da escola de neg&amp;#243;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Rice tamb&amp;#233;m falou das suas competi&amp;#231;&amp;#245;es de planos de neg&amp;#243;cios, dando &amp;#234;nfase a uma delas que acontece em ambiente 100% virtual, atrav&amp;#233;s de uma plataforma desenvolvida em conjunto com a Kauffman Foundation, chamada i-start.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Rice tamb&amp;#233;m apresentou um estudo feito com os competidores na qual identificaram o que foi mais importante no BP (educa&amp;#231;&amp;#227;o, mentoria e fundos levantados) e onde mais aprenderam (sess&amp;#227;o de feedback, rodada online e rodada seminfinal). Disseram ainda que 56% dos respondenrtes alegaram ter feito mais de 7 contatos de neg&amp;#243;cios relevantes ap&amp;#243;s a competi&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Nas discuss&amp;#245;es sobre pesquisa e ensino de empreendedorismo, notamos que os CEs tem papel fundamental na pesquisa, pois est&amp;#227;o bem no meio dos dados emp&amp;#237;ricos e que s&amp;#243; precisam agrup&amp;#225;-los e organiz&amp;#225;-los para servir aos prop&amp;#243;sitos da pesquisa. Os CEs devem cumprir o papel de servir como ponte entre o pesquisador e o practicioner.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Foi de comum acordo que uma das principais conclus&amp;#245;es da sess&amp;#227;o foi a de que, se n&amp;#227;o incentivarmos a pesquisa, a educa&amp;#231;&amp;#227;o em empreendedorismo ser&amp;#225; falha e, para isso, as pesquisas em empreendedorismo deve ter car&amp;#225;ter aplicado sempre.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- O outro grande desafio da pesquisa em empreendedorismo &amp;#233; a sua natureza multidisciplinar e complexa. Muitos pesquisadores n&amp;#227;o sabem que os CEs possuem material emp&amp;#237;rico relevante e muitos CEs n&amp;#227;o est&amp;#227;o vinculados a centros de estudos e esta ponte precisa ser constru&amp;#237;da.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em resumo, o Cemp n&amp;#227;o est&amp;#225; muito distante do que as grandes universidades americanas est&amp;#227;o fazendo para fomentar a cultura empreendedora. Elas s&amp;#227;o maiores e mais complexas, mas as iniciativas, guardadas as propor&amp;#231;&amp;#245;es, s&amp;#227;o muito similares. O ambiente que fomenta a troca &amp;#233; muito saud&amp;#225;vel e rico, existe uma predisposi&amp;#231;&amp;#227;o inerente aos diretores dos centros de procurar trocar suas experi&amp;#234;ncias com as outras escolas, pois elas sabem que todas saem ganhando com estes interc&amp;#226;mbios.&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 14:28:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/5196593</guid>
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				<title>Planejamento, Sim ou n?o?</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/4488109</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Eis um tema que sempre gera longos debates. Planejamento de vendas, planejamento estrat&amp;#233;gico, plano or&amp;#231;ament&amp;#225;rio, planejamento de capacidade, planejamento de pessoal, plano operacional, plano financeiro, cronograma de projeto, enfim, s&amp;#227;o in&amp;#250;meras as formas de se aplicar o simples exerc&amp;#237;cio de pensar &amp;#224; frente no tempo para antecipar dificuldades e se precaver contra incertezas.  V&amp;#225;rias pesquisas indicam que a falta de planejamento &amp;#233; um dos principais motivos que levam as empresas nascentes a fecharem prematuramente. Livros de administra&amp;#231;&amp;#227;o, cursos e consultorias vendem diversas formas de solu&amp;#231;&amp;#227;o baseados em ferramentas que auxiliem no processo de planejamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Por outro lado, muitos empreendedores, hoje bem sucedidos, j&amp;#225; declararam com bastante convic&amp;#231;&amp;#227;o que se tivessem baseado o neg&amp;#243;cio deles em um planejamento pr&amp;#233;vio, detalhado e abrangente, j&amp;#225; teriam desistido do neg&amp;#243;cio antes mesmo de come&amp;#231;ar. Exageros &amp;#224; parte, a verdade &amp;#233; que existe um fundo de verdade neste racioc&amp;#237;nio. Onde est&amp;#225; a explica&amp;#231;&amp;#227;o por tr&amp;#225;s desta contradi&amp;#231;&amp;#227;o?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O planejamento requer uma certa dose de adivinha&amp;#231;&amp;#227;o, ou seja, antecipar-se a coisas que podem acontecer no futuro. No caso do cen&amp;#225;rio econ&amp;#244;mico brasileiro, este &amp;#233; um exerc&amp;#237;cio um tanto quanto desafiante, dados a instabilidade e o dinamismo do ambiente, no qual as vari&amp;#225;veis que podem gerar algum impacto no neg&amp;#243;cio s&amp;#227;o t&amp;#227;o diversas que &amp;#233; uma ilus&amp;#227;o considerar que as condi&amp;#231;&amp;#245;es mais relevantes para o neg&amp;#243;cio possam ser antecipadas para a elabora&amp;#231;&amp;#227;o de um plano eficaz e acurado. N&amp;#227;o sabemos qual vai ser o comportamento do concorrente ou do cliente. N&amp;#227;o temos como descobrir o impacto de certas mudan&amp;#231;as na legisla&amp;#231;&amp;#227;o sobre o nosso neg&amp;#243;cio. &amp;#201; praticamente imposs&amp;#237;vel conceber todos os agentes externos que podem gerar alguma influ&amp;#234;ncia sobre o neg&amp;#243;cio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A verdade &amp;#233; que todos os planejamentos s&amp;#227;o mera adivinha&amp;#231;&amp;#227;o. E se assim for, ent&amp;#227;o porque planejar? Porque gastar tempo e esfor&amp;#231;o para se dedicar algo que pode n&amp;#227;o servir para nada? A resposta &amp;#233; que, mesmo sendo mera adivinha&amp;#231;&amp;#227;o, os bons planos s&amp;#227;o aqueles cuja adivinha&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; o mais pr&amp;#243;ximo poss&amp;#237;vel da realidade. Portanto, s&amp;#243; vale a pena planejar se este planejamento estiver embasado em dados concretos, em estudos bem feitos e numa boa dose de experi&amp;#234;ncia do empreendedor no neg&amp;#243;cio ou setor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O segundo elemento de um bom planejamento &amp;#233; a capacidade de adapta&amp;#231;&amp;#227;o do plano. Um mal plano estabelece o que deve ser feito com todos os detalhes poss&amp;#237;veis previamente estabelecidos. Um bom plano, por outro lado, considera que os pressupostos sobre os quais o planejamento foi constru&amp;#237;do, podem mudar, e portanto, o plano deve ser flex&amp;#237;vel o suficiente para acomodar mudan&amp;#231;as conforme novas circunst&amp;#226;ncias forem surgindo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O terceiro elemento de um bom plano &amp;#233; a capacidade de efetivamente mudar o futuro. Embora muitas vari&amp;#225;veis estejam fora do controle do empreendedor, o bom plano &amp;#233; aquele que se baseia em a&amp;#231;&amp;#245;es do empreendedor que possam condicionar a realidade para se adequar &amp;#224;s prescri&amp;#231;&amp;#245;es estabelecidas no plano. Quanto mais o plano for dependente de vari&amp;#225;veis fora de controle, menos relevante ele se torna.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O quarto elemento &amp;#233; o horizonte de tempo. Quanto mais longo for o prazo das a&amp;#231;&amp;#245;es previstas no plano, maior &amp;#233; a chance de n&amp;#227;o acontecer o que foi previsto, pois pequenas mudan&amp;#231;as que ocorrem no curto prazo geralmente levam a caminhos muito distintos no futuro mais distante, tornando as previs&amp;#245;es do plano completamente irrelevantes. Bons planos s&amp;#227;o detalhados no curto prazo, quando as vari&amp;#225;veis s&amp;#227;o mais previs&amp;#237;veis e control&amp;#225;veis, e mais abrangentes no longo prazo, servindo apenas como indicadores de dire&amp;#231;&amp;#227;o, com poucas a&amp;#231;&amp;#245;es operacionais. Na medida em que o tempo avan&amp;#231;a e o empreendedor vai adquirindo mais informa&amp;#231;&amp;#245;es sobre o ambiente, ele pode ir revisando e adequando seu plano, incorporando detalhes que antes ele n&amp;#227;o teria como colocar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;N&amp;#227;o se esque&amp;#231;a, entretanto, que o bom empreendedor tamb&amp;#233;m sabe ler o momento e reconhecer quando esquecer o &amp;#225;rduo esfor&amp;#231;o de planejar feito anteriormente para deixar seu neg&amp;#243;cio navegar livremente ao sabor do vento de vez em quando para ver, se no local onde aportar, existir&amp;#227;o novas oportunidades a serem aproveitadas. Ter o esp&amp;#237;rito e a mente aberta para o desconhecido, para o pioneirismo e o desbravamento de novos horizontes &amp;#233; o caminho daqueles que escolhem a inova&amp;#231;&amp;#227;o como fator que diferencia seu neg&amp;#243;cio dos concorrentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 14:54:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/4488109</guid>
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				<title>Lideran?a empreendedora: Dunga ? L?der ou Chefe?</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/4399141</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A Copa acabou e vida voltou ao normal. Ouso juntar-me ao time dos especialistas que tentam explicar as raz&amp;#245;es do fracasso, por&amp;#233;m, desconhecendo futebol, minha abordagem ser&amp;#225; sobre o papel de l&amp;#237;der desempenhado pelo nosso t&amp;#233;cnico. Nesta an&amp;#225;lise, gostaria de sugerir dois pontos de vista para avaliar o desempenho de um l&amp;#237;der: O da equipe de liderados e da organiza&amp;#231;&amp;#227;o a qual o l&amp;#237;der pertence. A equipe de liderados, seja a sele&amp;#231;&amp;#227;o brasileira ou uma equipe de trabalho, pode julgar seu l&amp;#237;der como &amp;#243;timo por diversos motivos. Neste caso, pela postura adotada perante a equipe, pelo clima de confian&amp;#231;a e respeito m&amp;#250;tuo que cria, pela empatia gerada por&amp;#160;compartilhar os mesmos sacrif&amp;#237;cios e defender os mesmos valores, por valorizar a dedica&amp;#231;&amp;#227;o, cumprir o combinado e pela coer&amp;#234;ncia de fazer o que se prega. Sob este ponto de vista, Dunga foi um l&amp;#237;der exemplar, admirado e respeitado por todos os seus liderados, que se sujeitavam a grandes sacrif&amp;#237;cios e priva&amp;#231;&amp;#245;es porque acreditavam nele e na sua vis&amp;#227;o de que a disciplina e o rigor representavam os ingredientes para a receita de sucesso que ele havia tra&amp;#231;ado para a conquista maior de suas carreiras. Sem d&amp;#250;vida nenhuma, seu relacionamento com a equipe foi totalmente inverso do seu colega que estava &amp;#224; frente da sele&amp;#231;&amp;#227;o francesa, que, por outro lado, semeou a disc&amp;#243;rdia, imp&amp;#244;s condi&amp;#231;&amp;#245;es unilateralmente, gerou desconfian&amp;#231;a, desrespeitou valores e compromissos e exp&amp;#244;s a fragilidade de sua lideran&amp;#231;a publicamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Bem, se apenas isso contasse, a hist&amp;#243;ria n&amp;#227;o teria acabado como acabou. Falta analisarmos o outro ponto de vista, aquele que &amp;#233; representado pela institui&amp;#231;&amp;#227;o a quem este l&amp;#237;der responde ou aos clientes a quem este l&amp;#237;der serve, no caso, a popula&amp;#231;&amp;#227;o brasileira. Havia uma meta estabelecida, uma expectativa alt&amp;#237;ssima gerada, uma confian&amp;#231;a enorme depositada no desempenho desta equipe que simplesmente n&amp;#227;o foi cumprida a contento, a despeito de todos os esfor&amp;#231;os da equipe e de todos os recursos e liberdade dados de forma quase incondicional, numa demonstra&amp;#231;&amp;#227;o de confian&amp;#231;a irrestrita, depositada em uma &amp;#250;nica pessoa, o l&amp;#237;der Dunga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Os resultados obtidos demonstram que n&amp;#227;o basta ter uma equipe comprometida, unida e engajada para atingir os objetivos propostos. Ao contr&amp;#225;rio do que muitos pensam, isso n&amp;#227;o &amp;#233; suficiente para enfrentar as dificuldades impostas por um ambiente altamente competitivo no qual os m&amp;#237;nimos detalhes diferenciam grandes equipes de equipes med&amp;#237;ocres. Comprometimento, disciplina e motiva&amp;#231;&amp;#227;o, embora requisitos important&amp;#237;ssimos a qualquer equipe n&amp;#227;o substituem um detalhe fundamental: o talento. O que faltou &amp;#224; nossa equipe foi talento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Antes que o leitor interrompa a leitura por achar que este &amp;#233; mais um clich&amp;#234; que a imprensa e os analistas j&amp;#225; cansaram de publicar deixe-me tomar este caso como um exemplo da diferen&amp;#231;a entre um l&amp;#237;der e um chefe, j&amp;#225; antecipando que Dunga n&amp;#227;o atuou como l&amp;#237;der e sim como chefe. Explico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Lembremos o que especialistas alertaram desde o an&amp;#250;ncio da convoca&amp;#231;&amp;#227;o dos &amp;#8216;escolhidos&amp;#8217; por Dunga. Nomes que, a despeito da qualidade e talento amplamente reconhecidos, foram preteridos pelo t&amp;#233;cnico. A justificativa? As mais diversas, mas a maioria em torno do esp&amp;#237;rito de equipe e disciplina exigidos pelo t&amp;#233;cnico. Algumas pessoas trazem para a equipe os nomes que eles QUEREM, quando na verdade, deveriam escolher os nomes de talentos que eles PRECISAM. Dunga optou por trazer os nomes de confian&amp;#231;a, aqueles que ele conseguiria lidar melhor, que estivessem mais alinhados com o seu pensamento e cren&amp;#231;as, mas n&amp;#227;o necessariamente os nomes que ele precisava para compor todas as posi&amp;#231;&amp;#245;es do time. Trazer as pessoas mais parecidas com voc&amp;#234; torna o seu trabalho de gest&amp;#227;o de pessoas mais f&amp;#225;cil, mas n&amp;#227;o necessariamente facilita o cumprimento de suas metas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O caminho mais dif&amp;#237;cil, e por isso mesmo rejeitado pela maioria das pessoas, incluindo Dunga, &amp;#233; trazer pessoas que n&amp;#227;o necessariamente tenham o mesmo comprometimento, nem a mesma garra ou a mesma disciplina, mas cujo talento &amp;#233; necess&amp;#225;rio para a posi&amp;#231;&amp;#227;o, talentos cujas habilidades s&amp;#227;o indispens&amp;#225;veis na composi&amp;#231;&amp;#227;o do time. O verdadeiro l&amp;#237;der precisa trazer as pessoas necess&amp;#225;rias e enfrentar a &amp;#225;rdua tarefa de despertar neles a paix&amp;#227;o, obter o compromisso deles, exigir disciplina e comprometimento com o grupo. O que importa &amp;#233; que a composi&amp;#231;&amp;#227;o das habilidades dos talentos escolhidos aumente as chances de atingir os objetivos. Entre uma pessoa talentosa, mas problem&amp;#225;tica e outra mediana, mas confi&amp;#225;vel, os l&amp;#237;deres preferem a primeira, enquanto meros chefes optam pela segunda. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Trazer pessoas que n&amp;#227;o sejam exatamente o exemplo que o l&amp;#237;der espera para ent&amp;#227;o trabalhar para extrair o que falta nelas &amp;#233; assumir riscos e algumas pessoas, como Dunga n&amp;#227;o querem correr este risco. Assim como os chefes, ele prefere estar &amp;#224; frente de uma equipe mediana, por&amp;#233;m comprometida e aderente com a sua vis&amp;#227;o e ficar na zona de conforto, um luxo que os l&amp;#237;deres de hoje n&amp;#227;o podem mais ter. J&amp;#225; dizia M&amp;#225;rio Andretti, corredor da f&amp;#243;rmula Indy: &amp;#8216;Se voc&amp;#234; sentir que est&amp;#225; tudo sob controle &amp;#233; porque n&amp;#227;o est&amp;#225; correndo riscos o suficiente&amp;#8217;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Dunga cometeu um erro muito comum no meio empresarial: achar que a falta de talento pode ser compensada com esp&amp;#237;rito de equipe. Seu exemplo mostrou que ter uma equipe mediana por&amp;#233;m engajada n&amp;#227;o &amp;#233; mais importante do que ter uma equipe com talentos, mas com dificuldade para trabalhar em time. Criar o esp&amp;#237;rito de equipe e comprometimento &amp;#233; o papel do l&amp;#237;der, mas despertar talento em quem n&amp;#227;o tem &amp;#233; tarefa imposs&amp;#237;vel. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Em um mundo em que a competi&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; t&amp;#227;o acirrada e os talentos t&amp;#227;o escassos, cabe ao verdadeiro l&amp;#237;der a responsabilidade de lidar com estas diferen&amp;#231;as. Se o seu foco for a inova&amp;#231;&amp;#227;o, por exemplo, isso se torna mais real ainda, pois a inova&amp;#231;&amp;#227;o implica em promover a diversidade na forma&amp;#231;&amp;#227;o das equipes. &amp;#201; a diversidade que permite a observa&amp;#231;&amp;#227;o de pontos de vistas diferentes sobre a mesma quest&amp;#227;o, ampliando as op&amp;#231;&amp;#245;es e facilitando a criatividade e identifica&amp;#231;&amp;#227;o de oportunidades. Esta diversidade por&amp;#233;m &amp;#233; uma diversidade com alto grau de complexidade de gest&amp;#227;o, pois requer pessoas que pensam diferente, que possuem padr&amp;#245;es de racioc&amp;#237;nio diferentes, contextos profissionais e de vida diferentes uns dos outros, e conciliar este tipo de diversidade em torno de causas comuns &amp;#233; uma &amp;#225;rdua tarefa que apenas l&amp;#237;deres conseguem cumprir. Esta &amp;#233; a diferen&amp;#231;a entre l&amp;#237;der e chefes. O chefe escolhe o caminho mais f&amp;#225;cil, o l&amp;#237;der escolhe o caminho necess&amp;#225;rio, mesmo que seja o mais dif&amp;#237;cil. E quem falou que &amp;#233; f&amp;#225;cil ser l&amp;#237;der?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 18:54:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/4399141</guid>
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				<title>Franquias e Empreendedorismo</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/4183314</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;H&amp;#225; algumas semanas estive no evento promovido pela Revista PEGN que premiou as melhores franquias do Brasil. Foi uma grande festa, com muita alegria entre os premiados em uma demonstra&amp;#231;&amp;#227;o de como este modelo de neg&amp;#243;cios tem crescido no pa&amp;#237;s e gerando impacto na economia. Resolvi ent&amp;#227;o adotar este tema para minha coluna deste m&amp;#234;s. Muitos me fazem perguntas sobre a rela&amp;#231;&amp;#227;o que existe entre franquia e empreendedorismo e a verdade &amp;#233; que n&amp;#227;o existe uma resposta simples para esta quest&amp;#227;o. Deixe-me explicar porque.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Em primeiro lugar, vamos separar dois personagens importantes: O franqueado e o franqueador. O franqueador &amp;#233; o dono do neg&amp;#243;cio original, que det&amp;#233;m direitos sobre a marca, sobre o produto ou sobre o processo. Diante de um neg&amp;#243;cio bem sucedido, este empreendedor resolve crescer e, dentre as v&amp;#225;rias estrat&amp;#233;gias de crescimento, ele resolve franquear o seu neg&amp;#243;cio, permitindo que outras pessoas possam replicar unidades do seu neg&amp;#243;cio em outras localidades, sob regras e condi&amp;#231;&amp;#245;es pr&amp;#233;-estabelecidas e compartilhando os resultados. N&amp;#227;o &amp;#233; qualquer tipo de neg&amp;#243;cio que pode adotar esta estrat&amp;#233;gia e n&amp;#227;o vou discorrer neste espa&amp;#231;o sobre estes crit&amp;#233;rios, at&amp;#233; porque existe no mercado farto material e v&amp;#225;rios especialistas sobre o tema que poder&amp;#227;o falar melhor do que eu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;J&amp;#225; o outro personagem &amp;#233; o franqueado, ou seja, aquele sujeito que quer abrir um neg&amp;#243;cio pr&amp;#243;prio e escolhe uma franquia para reduzir os riscos da incerteza e inexperi&amp;#234;ncia. O franqueado quer aproveitar um modelo bem sucedido, uma marca conhecida, um processo j&amp;#225; estruturado, uma cadeia de valor j&amp;#225; estabelecida ou qualquer outra vantagem que uma rede de franquias proporciona. Ele compra ent&amp;#227;o uma franquia e re&amp;#250;ne o seu sonho de ter um neg&amp;#243;cio pr&amp;#243;prio com o sonho do franqueador de crescer r&amp;#225;pido. Um casamento de interesses bastante conveniente para as partes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Muito bem, isso posto, vamos falar agora sobre empreendedorismo. Existem v&amp;#225;rias defini&amp;#231;&amp;#245;es de empreendedorismo, ent&amp;#227;o vamos come&amp;#231;ar com o conceito bastante popular que diz que empreender &amp;#233; come&amp;#231;ar um novo neg&amp;#243;cio. Neste sentido, o franqueado &amp;#233; empreendedor, pois ele est&amp;#225; come&amp;#231;ando o seu neg&amp;#243;cio do zero, com algumas vantagens, &amp;#233; certo, mas ele tira o neg&amp;#243;cio do ch&amp;#227;o, bem dentro do conceito de empreendedorismo. Neste mesmo sentido, o franqueador n&amp;#227;o &amp;#233; empreendedor, necessariamente, pois ele n&amp;#227;o est&amp;#225; mais come&amp;#231;ando o seu neg&amp;#243;cio, est&amp;#225; em outra etapa, fazendo ele se expandir. N&amp;#227;o existe uma unanimidade em torno do uso da palavra &amp;#8216;crescimento&amp;#8217; em defini&amp;#231;&amp;#245;es de empreendedorismo e por isso podemos dizer que o franqueador empreendeu no passado, quando come&amp;#231;ou o seu neg&amp;#243;cio, mas n&amp;#227;o agora, para fazer o neg&amp;#243;cio prosperar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Bem, se fosse s&amp;#243; isso estava f&amp;#225;cil, mas agora vamos ver o perfil empreendedor. Para uma pessoa ser considerada empreendedora, &amp;#233; preciso que cumpra com tr&amp;#234;s condi&amp;#231;&amp;#245;es: Tenha alguma inova&amp;#231;&amp;#227;o, assuma algum grau de risco ou exer&amp;#231;a alguma forma de autonomia nas suas a&amp;#231;&amp;#245;es. Isso posto, o franqueador &amp;#233; um empreendedor, pois ele assume tudo isso quando resolve adotar este modelo de neg&amp;#243;cio para crescer. Adotar um modelo de franquia &amp;#233; uma grande mudan&amp;#231;a para o neg&amp;#243;cio, os riscos s&amp;#227;o alt&amp;#237;ssimos em fun&amp;#231;&amp;#227;o do comprometimento de recursos sem garantia de sucesso e o grau de autonomia tamb&amp;#233;m &amp;#233; alto, uma vez que &amp;#233; uma decis&amp;#227;o apenas do franqueador e de seus s&amp;#243;cios. N&amp;#227;o h&amp;#225; d&amp;#250;vidas que o franqueador &amp;#233; empreendedor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;J&amp;#225; no caso do franqueado, vejamos: Se ele quer come&amp;#231;ar com uma franquia, um dos grandes motivos &amp;#233; reduzir o grau de incerteza que cerca novos empreendimentos. Com um processo j&amp;#225; testado, com uma marca j&amp;#225; conhecida, com um produto j&amp;#225; definido, com uma estrutura de valor j&amp;#225; estabelecida, os riscos s&amp;#227;o bem menores, ou seja, o franqueado &amp;#233;, supostamente, mais avesso ao risco do que o empreendedor. Uma das coisas que o franqueado admite quando adquire uma franquia &amp;#233; que as decis&amp;#245;es sejam compartilhadas com a administradora da franquia, portanto, autonomia reduzida. Por &amp;#250;ltimo, a grande vantagem da franquia &amp;#233; a ado&amp;#231;&amp;#227;o de um modelo padronizado, no qual h&amp;#225; pouco ou nenhum espa&amp;#231;o para fazer coisas diferentes, h&amp;#225; pouco espa&amp;#231;o para criar e inovar. Podemos dizer ent&amp;#227;o que o franqueado n&amp;#227;o &amp;#233; empreendedor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Resumindo, expans&amp;#227;o de um neg&amp;#243;cio por meio de franquias n&amp;#227;o &amp;#233; empreendedorismo, mas a abertura de uma franquia &amp;#233; empreendedorismo, ao mesmo tempo, o franqueador &amp;#233; empreendedor, mas o franqueado n&amp;#227;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 18:47:00 +0000</pubDate>
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				<title>A maior competi??o de planos de neg?cios do mundo</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/3839387</link>
				<description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;Na semana passada estive em Austin, Texas, EUA, participando do Global Moot Corp, a maior competi&amp;#231;&amp;#227;o de planos de neg&amp;#243;cios para MBAs da atualidade que acontece h&amp;#225; 27 anos na Universidade do Texas, como orientador do aluno S&amp;#233;rgio Coutinho Filho, autor do projeto Sayyou que representou o Insper pela primeira vez na competi&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;A Sayyou &amp;#233; uma empresa que produz e comercializa o EletroHerb que, acoplado a qualquer trator, elimina ervas daninhas atrav&amp;#233;s de eletro-choque, substituindo herbicidas e a capina, uma solu&amp;#231;&amp;#227;o limpa de aplica&amp;#231;&amp;#227;o em larga escala para fazendas de soja, cana de a&amp;#231;ucar, caf&amp;#233; e laranja. A tecnologia foi desenvolvida pelo seu s&amp;#243;cio Satoru Narita ao longo dos &amp;#250;ltimos 17 anos e s&amp;#243; agora encontra-se pronta para o mercado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;As outras escolas participantes representaram v&amp;#225;rios pa&amp;#237;ses, como Austr&amp;#225;lia, Tail&amp;#226;ndia, China, Canad&amp;#225;, Col&amp;#244;mbia, M&amp;#233;xico, Alemanha, Inglaterra, Noruega e Fran&amp;#231;a. Dos EUA participaram alunos de MBA de universidades como Indiana, Colorado State, Michigan, San Francisco, Utah, Kennesaw, Hawaii, Arkansas, Illinois at Chicago, San Diego State, John Hopkins e Rice. No total foram 40 equipes que competiram entre si pela melhor id&amp;#233;ia de startup do ano, defendendo seus projetos perante investidores e empreendedores de todo o pa&amp;#237;s.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;Muitas equipes participam como campe&amp;#227;s de uma das 23 competi&amp;#231;&amp;#245;es seletivas que acontecem no mundo, assim como Sayyou venceu a seletiva Latin Moot Corp, ocorrida na EAESP/FGV em Mar&amp;#231;o deste ano.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;As equipes foram divididas em 8 divis&amp;#245;es com 5 concorrentes cada. Cada equipe tem 15 minutos para apresentar sua ideia e depois disp&amp;#245;em de mais 15 minutos para responder as quest&amp;#245;es dos jurados. Nesta primeira etapa, a Sayyou n&amp;#227;o foi selecionada, mas ganhou o pr&amp;#234;mio de melhor mercado na opini&amp;#227;o dos ju&amp;#237;zes, o vencedor da divis&amp;#227;o foi a Ambiq Micro, da Univ. de Michigan, que desenvolveu um micro-controlador para economizar energia de baterias em equipamentos wireless e assim se classificou para a semi-final. Os demais competidores s&amp;#227;o convidados a participar de outras competi&amp;#231;&amp;#245;es, chamadas &amp;#8216;challenges&amp;#8217; que n&amp;#227;o classificam para a final, mas servem como um tipo de pr&amp;#234;mio de consola&amp;#231;&amp;#227;o, com US$ 1.000 em pr&amp;#234;mio patrocinado por v&amp;#225;rias empresas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;Sayyou foi para o Challenge da Benchmark Capital, juntamente com representantes da Universidad de los Andes (vencedor da Uniandes Moot Corp), University of San Francisco e University of Oregon. A Sayyou foi a vencedora do Challenge. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;O vencedor da competi&amp;#231;&amp;#227;o foi o Biologics MD, de alunos da Univ. of Arkansas e vencedor de tr&amp;#234;s competi&amp;#231;&amp;#245;es seletivas. O Biologics MD desenvolveu o OsteoFlor, um novo medicamento para tratamento para osteoporose que elimina a necessidade de aplica&amp;#231;&amp;#245;es de inje&amp;#231;&amp;#245;es di&amp;#225;rias, triplicando a resist&amp;#234;ncia dos novos ossos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;De uma forma geral, a competi&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; de alt&amp;#237;ssimo n&amp;#237;vel, as melhores tecnologias sendo desenvolvidas nos centros de estudos das universidades do mundo e com viabilidade comercial estavam sendo apresentadas l&amp;#225;. Eis alguns exemplos: Medicamento para tratamento de c&amp;#226;ncer de ov&amp;#225;rio sem quimioterapia (Nanomark), produ&amp;#231;&amp;#227;o em larga escala de minhocas como alimentos para peixes (Deli Worm), sistema de aplica&amp;#231;&amp;#227;o de vacinas e medica&amp;#231;&amp;#227;o sem a necessidade de refrigera&amp;#231;&amp;#227;o (Glucago), Lente de contato que mede n&amp;#237;vel de glicose continuamente e em tempo real (PCCA), vending machine wireless de cr&amp;#233;ditos para telefones celulares (Recargatel), gerador de energia e&amp;#243;lica para rios (Eovent Hydropower), sistema de transporte de cataventos flutuantes de energia e&amp;#243;lica (Windflip), alimento para vacas aumentarem a produ&amp;#231;&amp;#227;o de leite (Mega Milk Dairies), entre v&amp;#225;rios outros. Participar da competi&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; &amp;#233; um atestado de forte proje&amp;#231;&amp;#227;o para a escola participante, sua equipe e a respectiva empresa. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;Pela visibilidade da competi&amp;#231;&amp;#227;o, os competidores t&amp;#234;m a oportunidade de fazer v&amp;#225;rios contatos importantes para prosseguir com sua ideia, que &amp;#233; levar o produto para o mercado. Muitos investidores procuram os alunos para oferecer ajuda, sobretudo com contatos da &amp;#225;rea que se interessariam pelo neg&amp;#243;cio. Os feedbacks dos ju&amp;#237;zes tamb&amp;#233;m s&amp;#227;o muito enriquecedores, uma excelente oportunidade de conhecer a mente do investidor. Atrav&amp;#233;s de seus questionamentos e dicas, os futuros empreendedores podem compreender os requisitos que s&amp;#227;o importantes para um investidor se sentir atra&amp;#237;do pelo neg&amp;#243;cio. Muitas equipes v&amp;#227;o com o interesse expl&amp;#237;cito de conseguir um investidor, de mostrar e expor o seu neg&amp;#243;cio, abrir contatos interessantes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;O venture showcase, uma das partes do evento, &amp;#233; o momento em que os alunos exp&amp;#245;em seus produtos e neg&amp;#243;cios. S&amp;#227;o duas horas em que cada time tem um espa&amp;#231;o de aproximadamente dois metros quadrados para montar o seu estande para apresentar o neg&amp;#243;cio. O p&amp;#250;blico &amp;#233; bem mais amplo do que os poucos ju&amp;#237;zes que assistem suas apresenta&amp;#231;&amp;#245;es durante a competi&amp;#231;&amp;#227;o. O venture showcase &amp;#233; uma feira de neg&amp;#243;cios, onde a m&amp;#237;dia, empreendedores, investidores, professores, podem ver de uma s&amp;#243; vez todos os projetos que est&amp;#227;o competindo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="4" color="#000080"&gt;Eu estive na competi&amp;#231;&amp;#227;o h&amp;#225; 10 anos, como competidor, representando a EAESP/FGV. Na ocasi&amp;#227;o, nossa equipe foi finalista e terminou em terceiro lugar. Desde ent&amp;#227;o nenhuma outra equipe brasileira avan&amp;#231;ou para as finais. Com a populariza&amp;#231;&amp;#227;o de competi&amp;#231;&amp;#245;es de planos de neg&amp;#243;cios no pa&amp;#237;s, como o Pr&amp;#234;mio Santander, espero que a qualidade dos projetos encabe&amp;#231;ados pelos alunos melhore a ponto de conseguirmos voltar a emplacar uma equipe na final, capacidade n&amp;#227;o nos falta e isso a Sayyou nos mostrou.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Mon, 24 May 2010 17:52:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/3839387</guid>
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				<title>L?deres empreendedores pregam no deserto</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/3604997</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Esta semana fui almo&amp;#231;ar com Luis, um antigo amigo que eu n&amp;#227;o via h&amp;#225; algum tempo e que trabalha em uma grande multinacional americana. Ele &amp;#233; diretor de uma unidade de neg&amp;#243;cios internacional e lidera uma equipe de 36 pessoas, algumas delas sediadas em pa&amp;#237;ses latino-americanos. Depois das amenidades sobre a vida, fam&amp;#237;lia, futebol e tr&amp;#226;nsito, ao tocar no tema carreira, ele puxou o seguinte di&amp;#225;logo (na verdade, quase um mon&amp;#243;logo de desabafo):&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#8220;Eu estou aqui pedindo uma ajuda sua, um conselho. Estou cada vez mais frustrado com o meu trabalho. Tenho recebido uma s&amp;#233;rie de indica&amp;#231;&amp;#245;es de que n&amp;#227;o sou um bom gestor e n&amp;#227;o sei bem o que fazer, pois tem muita coisa que eu n&amp;#227;o sei como lidar. Deixe-me citar um exemplo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;"Um dos nossos trabalhos &amp;#233; estabelecer parcerias com alguns clientes para estreitar o relacionamento e alavancar novos acordos comerciais. Um destes clientes me prop&amp;#244;s o uso do expertise de alguns funcion&amp;#225;rios da minha equipe para fazer a avalia&amp;#231;&amp;#227;o de propostas de cr&amp;#233;dito para financiamento de opera&amp;#231;&amp;#245;es de com&amp;#233;rcio exterior. Achei a ideia interessante, principalmente porque era uma das maiores tradings agr&amp;#237;colas do pa&amp;#237;s e um cliente chave para n&amp;#243;s.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;"Embora esta uni&amp;#227;o de for&amp;#231;as fizesse todo o sentido pela complementaridade de compet&amp;#234;ncias, tratava-se de uma proposta inovadora, ningu&amp;#233;m nunca tinha feito nada parecido. Pelo volume de trabalho, achei por bem consultar minha equipe para ver a receptividade deles ao projeto. Eles simplesmente n&amp;#227;o toparam porque eu n&amp;#227;o soube responder quase nenhuma pergunta que eles fizeram: Quantos projetos seriam avaliados? Qual o prazo para retornar cada avalia&amp;#231;&amp;#227;o? Qual o tamanho de cada proposta? O que deveria ser avaliado em cada caso? Que tipo de relat&amp;#243;rio eles esperavam em cada avalia&amp;#231;&amp;#227;o? Qual o grau de complexidade de cada projeto?...&amp;#8221;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Nem deixei Luis acabar de falar. J&amp;#225; havia entendido muito bem onde ele queria chegar. Um detalhe contextual importante nesta hist&amp;#243;ria &amp;#233; que Luis teve um neg&amp;#243;cio pr&amp;#243;prio por cinco anos e, por motivos pessoais, teve que se desfazer do neg&amp;#243;cio e optou por voltar ao mercado de trabalho quando foi convidado para assumir esta posi&amp;#231;&amp;#227;o na atual empresa. Ao longo destes cinco anos, tive a satisfa&amp;#231;&amp;#227;o de v&amp;#234;-lo n&amp;#227;o s&amp;#243; ser bem sucedido como empres&amp;#225;rio, mas principalmente se transformar em um verdadeiro empreendedor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Luis n&amp;#227;o &amp;#233; um mal gestor como se considera. Ele simplesmente aprendeu algumas coisas importantes como empreendedor que agora conflitam com o seu papel de gestor em uma grande corpora&amp;#231;&amp;#227;o. Esta situa&amp;#231;&amp;#227;o relatada por Luis evidencia as diferen&amp;#231;as de estilo de gest&amp;#227;o entre o executivo de carreira e o empreendedor. Luis voltou a ser um executivo, mas dificilmente deixar&amp;#225; de ser um empreendedor agora e os dois estilos de gest&amp;#227;o est&amp;#227;o em conflito dentro dele.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;N&amp;#227;o precisamos ter todas as respostas no in&amp;#237;cio de um projeto, principalmente se este tiver natureza inovadora. Precisamos ter a sensibilidade de acreditar que vai ser uma coisa boa, ou n&amp;#227;o, em fun&amp;#231;&amp;#227;o das poucas informa&amp;#231;&amp;#245;es que temos. Um projeto inovador nunca vai trazer todas as respostas antes de come&amp;#231;ar. Mas come&amp;#231;ar significa assumir compromissos que podem n&amp;#227;o ser atendidos. Como resolver este dilema? Devemos recusar oportunidades que, apesar de parecerem boas, carregam alto grau de incerteza? N&amp;#227;o seria poss&amp;#237;vel falar: &amp;#8216;A ideia parece interessante, podemos avan&amp;#231;ar mais, fazer um piloto, realizar alguns testes, antes de dar uma resposta definitiva?&amp;#8217; A incerteza &amp;#233; algo sempre indesejado porque leva ao aumento potencial dos riscos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Aprendemos sempre que os riscos devem ser eliminados ou minimizados o quanto poss&amp;#237;vel. Acontece que empreendedores reduzem riscos na medida em que a percep&amp;#231;&amp;#227;o dos benef&amp;#237;cios torna a equa&amp;#231;&amp;#227;o aceit&amp;#225;vel, enquanto administradores reduzem riscos sem olhar o potencial da oportunidade, por isso sua toler&amp;#226;ncia ao risco &amp;#233; bem menor. Isso acontece porque o empreendedor presta contas apenas a si mesmo, goza de mais autonomia, enquanto o administrador presta contas a uma organiza&amp;#231;&amp;#227;o mais complexa em que ele est&amp;#225; inserido, que, via de regra, tem pouca toler&amp;#226;ncia a erros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;N&amp;#227;o h&amp;#225;, na maioria das situa&amp;#231;&amp;#245;es, grandes problemas em assumir que algumas incertezas v&amp;#227;o ser resolvidas durante a execu&amp;#231;&amp;#227;o do processo, desde que o risco seja administrado. Neste caso em particular, Luis havia sugerido um projeto piloto, de pequeno porte, em situa&amp;#231;&amp;#227;o controlada, para reduzir riscos. Testes com os primeiros projetos dos clientes v&amp;#227;o trazer as informa&amp;#231;&amp;#245;es iniciais de como o processo completo pode se desenrolar, mas para isso, &amp;#233; preciso ter a coragem de come&amp;#231;ar algo, ainda que em pequena escala.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O tempo que Luis passou empreendendo lhe deu condi&amp;#231;&amp;#245;es para desenvolver habilidades e compet&amp;#234;ncias que as organiza&amp;#231;&amp;#245;es precisam e valorizam. &amp;#201; cada vez maior o n&amp;#250;mero de an&amp;#250;ncios de emprego que pedem &amp;#8216;perfil empreendedor&amp;#8217; aos postulantes &amp;#224;s vagas oferecidas. Este perfil empreendedor, entretanto, n&amp;#227;o &amp;#233; compat&amp;#237;vel com a realidade das organiza&amp;#231;&amp;#245;es. Os valores existentes e defendidos nos ambientes organizacionais s&amp;#227;o freq&amp;#252;entemente contradit&amp;#243;rios &amp;#224;s caracter&amp;#237;sticas empreendedoras t&amp;#227;o desejadas. Por estas incompatibilidades &amp;#233; que vemos pessoas como Luis, com perfil empreendedor, sentindo-se cada vez mais frustrados com os modelos de gest&amp;#227;o em voga nas organiza&amp;#231;&amp;#245;es. Modelos que dificultam o surgimento de uma cultura voltada &amp;#224; inova&amp;#231;&amp;#227;o, que valorizam processos e n&amp;#227;o ideias, que privilegiam a manuten&amp;#231;&amp;#227;o ao inv&amp;#233;s da mudan&amp;#231;a, que procuram a ordem e a seguran&amp;#231;a em detrimento do diferente e do risco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Neste sentido, aceitar que a realidade &amp;#233; amb&amp;#237;gua, que os contextos s&amp;#227;o carregados de incerteza, que as circunst&amp;#226;ncias s&amp;#227;o mut&amp;#225;veis, que os processos devem ser male&amp;#225;veis e flex&amp;#237;veis, que os padr&amp;#245;es podem engessar e paralisar e que os controles podem limitar o pensamento criativo, representam condi&amp;#231;&amp;#245;es b&amp;#225;sicas que permeiam cada indiv&amp;#237;duo da organiza&amp;#231;&amp;#227;o. O problema &amp;#233; que aceitar estas condi&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o est&amp;#225; dentro da capacidade das pessoas de entender as rela&amp;#231;&amp;#245;es com a forma&amp;#231;&amp;#227;o de uma cultura voltada &amp;#224; inova&amp;#231;&amp;#227;o. As situa&amp;#231;&amp;#245;es descritas por Luis s&amp;#227;o corriqueiras, qualquer um vivencia no dia-a-dia. Elas s&amp;#227;o tantas e t&amp;#227;o recorrentes que &amp;#233; natural que pessoas como Luis se sintam sozinhas, isoladas, discriminadas e rejeitadas pela sociedade corporativa. Elas n&amp;#227;o se encaixam na estrutura social. Seu discurso &amp;#233; incompat&amp;#237;vel com o que se defende em todos os n&amp;#237;veis da organiza&amp;#231;&amp;#227;o. Luis se sente como um pregador no deserto, que defende estas ideias perante o vento e ningu&amp;#233;m o ouve, ningu&amp;#233;m o aceita. Se ele insiste &amp;#233; porque acredita em suas ideias, acredita que pode fazer a diferen&amp;#231;a, sabe que o empreendedorismo &amp;#233; o caminho para efetivar a inova&amp;#231;&amp;#227;o como caminho para a competitividade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Muitos, no entanto, se cansam de &amp;#8216;dar murro em ponta de faca&amp;#8217; e desistem de tentar quebrar o inv&amp;#243;lucro no qual as pessoas est&amp;#227;o encerradas, o que &amp;#233; justo, pois o inv&amp;#243;lucro da certeza, da seguran&amp;#231;a sempre ser&amp;#225; visto como prefer&amp;#237;vel &amp;#224; desordem, &amp;#224; bagun&amp;#231;a e o caos, indesej&amp;#225;veis em uma grande empresa. Neste ponto, eu s&amp;#243; pude sugerir uma coisa a Luis: "Voc&amp;#234; deve tomar a decis&amp;#227;o de continuar com esta luta ingl&amp;#243;ria que pode at&amp;#233; te queimar dentro da organiza&amp;#231;&amp;#227;o ou desistir e cair fora. S&amp;#243; que cair fora significa tamb&amp;#233;m voltar a empreender com seu neg&amp;#243;cio pr&amp;#243;prio, pois voc&amp;#234; n&amp;#227;o vai encontrar seu espa&amp;#231;o em nenhuma outra empresa. Como dizia Einstein, uma mente que se abre jamais volta &amp;#224; sua condi&amp;#231;&amp;#227;o original". Luis despertou como empreendedor e o mundo corporativo agora se tornou muito menor do que ele percebia antes. Pequeno demais para ele agora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 12:53:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/3604997</guid>
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				<title>Empreendedorismo n?o tem idade</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/3335634</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Esta semana minha filha me contou uma hist&amp;#243;ria que eu vou reproduzir aqui, pois ilustra bem muita coisa que tenho dito sobre perfil empreendedor.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Com 14 anos, os jovens que est&amp;#227;o se formando no ensino m&amp;#233;dio costumam ser estimulados pela pr&amp;#243;pria escola a levantar fundos para cobrir as despesas da festa de formatura, uma pr&amp;#225;tica comum em v&amp;#225;rias escolas.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Por v&amp;#225;rios anos, os alunos da escola da minha filha t&amp;#234;m feito sempre a mesma coisa: Vender rifas e brigadeiro. Os alunos, organizados em duplas, compram a mat&amp;#233;ria prima, fazem os brigadeiros em casa e vendem para os colegas na escola a R$ 1,00 cada. Em um sistema de rod&amp;#237;zio entre os alunos, todos se envolvem e arrecadam em m&amp;#233;dia R$ 80,00 por dia, em cada um dos dois turnos da escola.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Eu me lembro de ter perguntado &amp;#224; minha filha porque eles n&amp;#227;o vendiam algo diferente, mas ela respondia que n&amp;#227;o adiantava, pois j&amp;#225; haviam tentado tortas, bolos, salgadinhos, mas nunca vendia bem. O brigadeiro era a f&amp;#243;rmula do sucesso e n&amp;#227;o valia a pena trocar. Era garantia de 100% de venda.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Pois bem, este ano, um garoto chamado Cadu mudou esta realidade. Ele surgiu no hor&amp;#225;rio do intervalo com uma bandeja com 30 past&amp;#233;is quentinhos. A R$ 2,00 cada, em menos de 5 minutos ele vendeu tudo!&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Os colegas logo perceberam a grande oportunidade e come&amp;#231;aram a vender past&amp;#233;is tamb&amp;#233;m. Hoje, um m&amp;#234;s depois, a venda de past&amp;#233;is est&amp;#225; gerando uma receita de R$ 180,00 por dupla de alunos por dia. Cada pastel gera um lucro de R$ 1,50, pois eles pagam R$ 0,50 cada um gra&amp;#231;as a uma boa negocia&amp;#231;&amp;#227;o com o dono da pastelaria em frente &amp;#224; escola que frita na hora e entrega aos alunos no hor&amp;#225;rio do intervalo. Os brigadeiros geravam um lucro de R$ 1,00 cada, pois os pais dos alunos financiavam a mat&amp;#233;ria prima. Sem contar o fato de que os alunos perdiam metade da tarde fazendo os brigadeiros.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Al&amp;#233;m do ganho financeiro, existem outros fundamentos de empreendedorismo nesta singela hist&amp;#243;ria que vou explorar a seguir:&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;1)	O que caracteriza uma oportunidade. Uma oportunidade &amp;#233; identificada por quem consegue conectar fatos e extrair destas liga&amp;#231;&amp;#245;es uma grande id&amp;#233;ia. Veja os fatos:&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;a.	Os alunos n&amp;#227;o podem sair da escola no hor&amp;#225;rio do intervalo;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;b.	A pastelaria fica lotada na sa&amp;#237;da da escola; &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;c.	O pasteleiro n&amp;#227;o pode vender seus produtos dentro da escola, onde a exclusividade &amp;#233; da cantina j&amp;#225; estabelecida;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;d.	A cantina vende hoje salgadinhos, frios e j&amp;#225; conhecidos, a R$ 2,30 cada;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;e.	Fazer brigadeiro d&amp;#225; trabalho;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;f.	Ningu&amp;#233;m mais tem disposi&amp;#231;&amp;#227;o para tentar algo diferente de brigadeiro. O paradigma j&amp;#225; foi institu&amp;#237;do e paralisou todas as tentativas de mudan&amp;#231;a;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;g.	Alunos s&amp;#243; podem vender algo na escola se for para arrecadar fundos;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Olhando estes fatos isolados, n&amp;#227;o &amp;#233; dif&amp;#237;cil chegar &amp;#224; conclus&amp;#227;o que vender past&amp;#233;is foi uma grande ideia que qualquer um poderia ter tido. Por que ningu&amp;#233;m pensou nisto antes? Porque ningu&amp;#233;m conseguiu ver a conex&amp;#227;o destes fatos em meio a v&amp;#225;rias outras coisas que acontecem ao nosso redor. Esta percep&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; rara nas pessoas, mas pode ser adquirida se devidamente treinada. Empreendedores refinam esta compet&amp;#234;ncia no seu dia-a-dia.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;2)	A inova&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; no modelo de neg&amp;#243;cio. Note como foi estabelecida a l&amp;#243;gica do neg&amp;#243;cio que explica o seu sucesso:&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;a.	O fator novidade, pela oferta de um produto aos alunos que n&amp;#227;o existia antes. Vende-se mais que o dobro de past&amp;#233;is do que brigadeiros;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;b.	A alta qualidade do produto, diferente das tortas e bolos feitos pelas m&amp;#227;es dos alunos;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;c.	O apelo do produto fortemente centrado no irresist&amp;#237;vel aroma de past&amp;#233;is quentinhos no hor&amp;#225;rio do intervalo;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;d.	A terceiriza&amp;#231;&amp;#227;o da produ&amp;#231;&amp;#227;o que leva mais alunos a se interessarem no processo de venda porque n&amp;#227;o precisam perder tempo na produ&amp;#231;&amp;#227;o, como no caso do brigadeiro;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;e.	A l&amp;#243;gica financeira representada por um pre&amp;#231;o menor que o do concorrente, mas ainda assim 300% maior do que o custo, obtido gra&amp;#231;as ao poder de negocia&amp;#231;&amp;#227;o junto ao produtor que n&amp;#227;o tinha acesso a este mercado;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;f.	O car&amp;#225;ter filantr&amp;#243;pico da a&amp;#231;&amp;#227;o, pois todo o lucro &amp;#233; doado ao col&amp;#233;gio com o fim exclusivo de realizar a festa de formatura, caso contr&amp;#225;rio os alunos n&amp;#227;o teriam autoriza&amp;#231;&amp;#227;o para conduzir atividades comerciais dentro da escola.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Basta que um destes elementos falte para que a id&amp;#233;ia naufrague. O modelo de neg&amp;#243;cio s&amp;#243; faz sentido porque todos estes elementos, juntos, d&amp;#227;o sentido &amp;#224; l&amp;#243;gica do neg&amp;#243;cio.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;3)	Perfil empreendedor. Veja Cadu, o garoto que percebeu esta oportunidade e influenciou os colegas a adotarem sua id&amp;#233;ia.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Sob os crit&amp;#233;rios existentes, Cadu &amp;#233; conhecido como um mau aluno. Repetiu de ano por insufici&amp;#234;ncia de notas. Vive zanzando pelas ruas, de bicicleta, &amp;#8216;largado&amp;#8217; da fam&amp;#237;lia. Apronta mil travessuras e n&amp;#227;o se arrepende mesmo ficando de castigo. Detesta seguir regras, &amp;#233; despreocupado com rela&amp;#231;&amp;#227;o ao futuro e n&amp;#227;o mede as conseq&amp;#252;&amp;#234;ncias de suas atitudes, muitas vezes se arrependendo depois de ter agido. Voc&amp;#234; n&amp;#227;o gostaria de ver seu filho perto dele. Por outro lado, ele &amp;#233; sens&amp;#237;vel, &amp;#233; esperto e bastante ligado nas coisas, tem &amp;#243;tima capacidade de perceber o ambiente, gosta de fazer amizades. Os amigos gostam das suas id&amp;#233;ias, o que faz com que ele tenha sempre seguidores que o acompanham em suas aventuras.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Ao longo dos anos, conhecendo e estudando as biografias de empreendedores bem sucedidos, percebi que o empreendedor t&amp;#237;pico foge do estere&amp;#243;tipo do &amp;#8216;bom menino&amp;#8217; ou do &amp;#8216;aluno exemplar&amp;#8217;.  Eles s&amp;#227;o mesmo rebeldes, em descompasso com padr&amp;#245;es vigentes, dedicados a romper limites e a questionar regras impostas. Outra coisa que Cadu apresenta em comum com empreendedores &amp;#233; a influ&amp;#234;ncia familiar. Os pais de Cadu s&amp;#227;o donos de um dos mais relevantes neg&amp;#243;cios na &amp;#225;rea de alimenta&amp;#231;&amp;#227;o da cidade, que inclui restaurantes e servi&amp;#231;os de Buffet.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;Isso nos faz pensar no nosso atual modelo educacional. A forte carga na forma&amp;#231;&amp;#227;o de conte&amp;#250;do privilegia a carreira executiva, mas n&amp;#227;o &amp;#233; suficiente para formar compet&amp;#234;ncias importantes para empreendedores, como criatividade, toler&amp;#226;ncia a erros, gerir com poucos recursos, receptividade a riscos, perseveran&amp;#231;a e determina&amp;#231;&amp;#227;o. Empreendedores adquirem esta forma&amp;#231;&amp;#227;o em outros ambientes, principalmente o familiar.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;font color="#993300"&gt;&amp;#201; claro que muita coisa pode acontecer ainda na vida de Cadu antes de descobrir se ele ser&amp;#225; ou n&amp;#227;o um empreendedor bem sucedido. Vamos acompanhar de perto sua trajet&amp;#243;ria, mas esta hist&amp;#243;ria mostra como os sinais do perfil empreendedor se manifestam bem cedo nas pessoas, e que qualquer iniciativa, por mais simples que possa parecer, carrega em si todos os fundamentos de grandes id&amp;#233;ias de neg&amp;#243;cio na pr&amp;#225;tica, muito antes da teoria.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 11:48:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/3335634</guid>
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				<title>Como implantar um programa de inova??o na sua empresa</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/2224919</link>
				<description>&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;Concursos de id&amp;#233;ias tem se tornado populares nas empresas. Uma evolu&amp;#231;&amp;#227;o das antigas &amp;#8216;caixinhas de sugest&amp;#245;es&amp;#8217; nas quais os funcion&amp;#225;rios davam id&amp;#233;ias para melhorar opera&amp;#231;&amp;#245;es, processos e produtos da empresa, estes concursos partem do pressuposto que o pr&amp;#243;prio colaborador &amp;#233; a melhor pessoa para identificar oportunidades de melhoria e de mudan&amp;#231;as positivas para a organiza&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;Nestes concursos, executivos da empresa avaliam id&amp;#233;ias que s&amp;#227;o propostas por funcion&amp;#225;rios de qualquer &amp;#225;rea, unidade de neg&amp;#243;cio, departamento, cargo ou localidade, individualmente ou em equipes. As melhores id&amp;#233;ias recebem um pr&amp;#234;mio, que pode ser uma viagem, um jantar, um b&amp;#244;nus em dinheiro ou qualquer outra forma de benef&amp;#237;cio.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;Este tipo de inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; diferente das inova&amp;#231;&amp;#245;es t&amp;#233;cnicas, em produtos ou processos diretamente relacionados com o neg&amp;#243;cio, que requerem anos de especializa&amp;#231;&amp;#227;o e s&amp;#227;o conduzidas por &amp;#225;reas espec&amp;#237;ficas dentro das empresas, conhecidas como laborat&amp;#243;rios t&amp;#233;cnicos ou de Pesquisa e Desenvolvimento. Estas inova&amp;#231;&amp;#245;es tecnol&amp;#243;gicas dificilmente podem ser originadas pelos funcion&amp;#225;rios de forma abrangente por exigirem um profundo grau de conhecimento que est&amp;#225;, invariavelmente, nas m&amp;#227;os de engenheiros, cientistas e outros especialistas t&amp;#233;cnicos. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;A inova&amp;#231;&amp;#227;o corporativa, por outro lado, &amp;#233; caracterizada por mudan&amp;#231;as incrementais de melhoria com baixo ou m&amp;#233;dio impacto no neg&amp;#243;cio e com abrang&amp;#234;ncia para todos os funcion&amp;#225;rios. As organiza&amp;#231;&amp;#245;es investem no desenvolvimento de uma cultura interna aberta &amp;#224;s mudan&amp;#231;as na esperan&amp;#231;a de, com o tempo, inserir uma postura voltada para a inova&amp;#231;&amp;#227;o de forma cont&amp;#237;nua no DNA organizacional, permeando todos os funcion&amp;#225;rios indistintamente. Assim, a capacidade de promover mudan&amp;#231;as significativas para reduzir custos, melhorar a imagem, aumentar a satisfa&amp;#231;&amp;#227;o do cliente, assim como nos produtos ou processos de neg&amp;#243;cio, precisam estar ao alcance de todos os funcion&amp;#225;rios.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;A maioria de iniciativas corporativas voltadas para este fim se limita aos j&amp;#225; conhecidos programas de id&amp;#233;ias. A seguir, passo algumas dicas de como incrementar estes programas para que n&amp;#227;o fiquem apenas na premia&amp;#231;&amp;#227;o das melhores id&amp;#233;ias, mas que se tornem parte de uma cultura organizacional voltada para a inova&amp;#231;&amp;#227;o como compet&amp;#234;ncia organizacional:&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;1) O &amp;#8216;dono&amp;#8217; da id&amp;#233;ia. De alguma forma &amp;#233; preciso desmistificar a propriedade da id&amp;#233;ia. Quem tem o primeiro lampejo da id&amp;#233;ia, o insight, a inspira&amp;#231;&amp;#227;o, n&amp;#227;o necessariamente &amp;#233; a mesma pessoa que a desenvolver&amp;#225; de forma estruturada em termos de a&amp;#231;&amp;#245;es para implant&amp;#225;-la, caracteriza&amp;#231;&amp;#227;o da oportunidade, levantamento dos recursos necess&amp;#225;rios, antecipa&amp;#231;&amp;#227;o dos riscos, mensura&amp;#231;&amp;#227;o dos benef&amp;#237;cios e forma&amp;#231;&amp;#227;o da equipe. Tampouco &amp;#233; a mesma pessoa que vai efetivamente transform&amp;#225;-la em realidade, executar o plano e fazer a id&amp;#233;ia acontecer efetivamente. A n&amp;#227;o ser que a pessoa que concebeu a id&amp;#233;ia, tenha a inten&amp;#231;&amp;#227;o e as compet&amp;#234;ncias para estruturar a id&amp;#233;ia e implant&amp;#225;-la, ela dever&amp;#225; abrir m&amp;#227;o da &amp;#8216;propriedade&amp;#8217; da id&amp;#233;ia para que, de forma cooperativa, outras pessoas com as compet&amp;#234;ncias necess&amp;#225;rias possam trazer seu grau de contribui&amp;#231;&amp;#227;o para fazer a id&amp;#233;ia acontecer. Quando isso n&amp;#227;o acontece, as id&amp;#233;ias acabam morrendo onde nasceram. Quanto maior o grau de complexidade da id&amp;#233;ia, maior a chance de fracasso advindo deste &amp;#8216;medo que roubem a id&amp;#233;ia e sua autoria&amp;#8217; por parte do funcion&amp;#225;rio que originalmente a concebeu.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;2) A figura do padrinho. Para projetos de certo grau de complexidade, com o envolvimento de v&amp;#225;rias &amp;#225;reas, prazos longos de implanta&amp;#231;&amp;#227;o, or&amp;#231;amentos robustos ou especificidades t&amp;#233;cnicas, geralmente &amp;#233; necess&amp;#225;rio um apoiador com bom tr&amp;#226;mite na organiza&amp;#231;&amp;#227;o que tenha poder para tirar algumas &amp;#8216;pedras&amp;#8217; do caminho do funcion&amp;#225;rio como barreiras burocr&amp;#225;ticas, intera&amp;#231;&amp;#227;o inter-departamental, apoios institucionais, vontade pol&amp;#237;tica, etc. Estas limita&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o superadas mais facilmente com a influ&amp;#234;ncia positiva de l&amp;#237;deres engajados na id&amp;#233;ia e dispostos a compartilhar os riscos do projeto.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;3) Sistema de gest&amp;#227;o. &amp;#201; importante que, na medida em que a cultura se espalha pela organiza&amp;#231;&amp;#227;o, exista uma boa ferramenta que fa&amp;#231;a a gest&amp;#227;o das id&amp;#233;ias em curso, nos seus diversos est&amp;#225;gios de maturidade e facilite o controle e a intera&amp;#231;&amp;#227;o das pessoas na forma&amp;#231;&amp;#227;o de equipes, no trabalho colaborativo e na identifica&amp;#231;&amp;#227;o de outras possibilidades. Estes sistemas s&amp;#227;o abertos, normalmente disponibilizados pelo portal do funcion&amp;#225;rio na intranet corporativa, unificam id&amp;#233;ias inseridas e aceitam contribui&amp;#231;&amp;#245;es de qualquer pessoa dentro da empresa at&amp;#233; mesmo ajudando a desmistificar a &amp;#8216;paternidade ou o dono da id&amp;#233;ia&amp;#8217;, conforme foi mencionado anteriormente.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;4) Fluxo cont&amp;#237;nuo institucionalizado. O processo deve funcionar mais ou menos da seguinte forma: Primeiro, o funcion&amp;#225;rio tem uma id&amp;#233;ia e a submete a um comit&amp;#234; que far&amp;#225; a primeira avalia&amp;#231;&amp;#227;o e triagem. Id&amp;#233;ias que demonstrem alto potencial de retorno significativo passam para uma segunda etapa em que o funcion&amp;#225;rio recebe ajuda para montar uma equipe e estruturar sua id&amp;#233;ia na forma de um projeto. Estes projetos s&amp;#227;o avaliados por um comit&amp;#234; executivo que pode ou n&amp;#227;o dar o aval para que o projeto seja implantado. A partir da&amp;#237;, este projeto &amp;#233; formalizado, incorporado &amp;#224; estrat&amp;#233;gia do neg&amp;#243;cio, recebe um or&amp;#231;amento, metas e o apoio de uma equipe de consultoria interna para tudo o que precisar para fazer sua id&amp;#233;ia acontecer. O ciclo se encerra quando a equipe colhe os primeiros resultados decorrentes do projeto.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;5) Treinamento e capacita&amp;#231;&amp;#227;o. Nenhum funcion&amp;#225;rio det&amp;#233;m todo o conhecimento, habilidades e compet&amp;#234;ncias para realizar sua id&amp;#233;ia. Uma consider&amp;#225;vel parte de suas necessidades pode e deve ser suprida a partir de um intenso programa de capacita&amp;#231;&amp;#227;o, um investimento necess&amp;#225;rio n&amp;#227;o s&amp;#243; para aumentar as chances de efetiva&amp;#231;&amp;#227;o do projeto como um instrumento de reten&amp;#231;&amp;#227;o de talentos com perfil empreendedor.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;6) Estrutura de apoio e suporte. Nem toda a forma&amp;#231;&amp;#227;o requerida pode ser obtida atrav&amp;#233;s de programas formais de treinamento e desenvolvimento. Muito do aprendizado destes empreendedores corporativos s&amp;#227;o obtidos na pr&amp;#225;tica, durante o andamento de seu primeiro projeto. Um &amp;#8216;escrit&amp;#243;rio de projetos&amp;#8217; que ajude o funcion&amp;#225;rio a acompanhar o andamento do projeto e fazer uma boa gest&amp;#227;o de prazos, or&amp;#231;amentos, pessoas e a&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#233; fundamental para aumentar as chances de sucesso do projeto. Igualmente uma estrutura paralela, formada por profissionais de diversas &amp;#225;reas de staff da organiza&amp;#231;&amp;#227;o, como RH, Financeiro, contabilidade, opera&amp;#231;&amp;#245;es, marketing, etc, deve ser montada para dar consultoria e assessoria nas diversas fases do projeto, at&amp;#233; mesmo para ajudar o funcion&amp;#225;rio a conhecer melhor a empresa e seu neg&amp;#243;cio.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;7) Modelo de recompensa. Embora a premia&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s melhores id&amp;#233;ias e resultados seja importante, n&amp;#227;o pode ser a &amp;#250;nica forma de recompensa aos funcion&amp;#225;rios. Em primeiro lugar, a premia&amp;#231;&amp;#227;o ou qualquer outra forma de recompensa deve ser extensiva a todos os membros da equipe, n&amp;#227;o importando em que momento eles participaram. Um erro comum &amp;#233; premiar apenas aqueles que implantaram a id&amp;#233;ia, esquecendo quem participou antes, na concep&amp;#231;&amp;#227;o da id&amp;#233;ia. Outro ponto importante &amp;#233; compartilhar os resultados diretos do projeto de melhoria ou inova&amp;#231;&amp;#227;o para toda a equipe, de forma proporcional &amp;#224; contribui&amp;#231;&amp;#227;o e envolvimento de cada um no projeto, previamente estabelecida. Normalmente esta pr&amp;#225;tica se aplica a resultados mensur&amp;#225;veis, como aumento de receita ou redu&amp;#231;&amp;#227;o de custos.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;Outras medidas podem ser aplicadas dentro das circunst&amp;#226;ncias de cada tipo de neg&amp;#243;cio, de acordo com o porte e pr&amp;#225;ticas j&amp;#225; institucionalizadas.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;Estas medidas n&amp;#227;o substituem a festa da premia&amp;#231;&amp;#227;o das melhores id&amp;#233;ias. Ainda &amp;#233; importante manter a competi&amp;#231;&amp;#227;o como forma de endomarketing, em um processo cont&amp;#237;nuo de incentivo aos funcion&amp;#225;rios. Estas sugest&amp;#245;es s&amp;#227;o para empresas que j&amp;#225; possuem a pr&amp;#225;tica da competi&amp;#231;&amp;#227;o de id&amp;#233;ias institucionalizada e precisam avan&amp;#231;ar para o pr&amp;#243;ximo passo no caminho em dire&amp;#231;&amp;#227;o da sedimenta&amp;#231;&amp;#227;o de uma cultura interna voltada para a inova&amp;#231;&amp;#227;o em todos os &amp;#226;mbitos da organiza&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;Para conhecer meus servi&amp;#231;os para implanta&amp;#231;&amp;#227;o de programas de empreendedorismo corporativo ou intra-emprendedorismo, &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://marcoshashimoto.webs.com/consultoriaintraempree.htm"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;clique aqui&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:36:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/2224919</guid>
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				<title>Uma experi?ncia inigual?vel</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/2046743</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;Ele n&amp;#227;o se mexe. Parece paralisado. Foram apenas cinco segundos, mas o suficiente para nos dar a impress&amp;#227;o de que estava nervoso. Impress&amp;#227;o que se transformou em certeza quando abriu a boca e a voz n&amp;#227;o saiu. Tudo o que ele emitiu foi um som gutural que insistiu em travar na garganta na forma de uma inconfund&amp;#237;vel e embara&amp;#231;osa gagueira.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;Seu colega tentou ajudar, mas n&amp;#227;o sabia muito o que fazer, a forma como mexia as m&amp;#227;os denunciava suor e a conseq&amp;#252;ente constata&amp;#231;&amp;#227;o de que tamb&amp;#233;m estava nervoso. Seus olhares iam para todos os lados, menos para sua pequena audi&amp;#234;ncia. Suas palavras iniciais finalmente sa&amp;#237;ram, mas soavam artificiais e ainda continham o tremor pouco natural da voz.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;As m&amp;#227;os sobravam e passeavam nervosas e r&amp;#225;pidas at&amp;#233; encontrarem conforto dentro dos bolsos, um conforto que seu dono ainda n&amp;#227;o encontrara. Assim foi o primeiro longo minuto. Do segundo ao quinto toda a situa&amp;#231;&amp;#227;o parecia ter melhorado bastante. No meio da apresenta&amp;#231;&amp;#227;o, para tranq&amp;#252;ilidade de todos, a fala sa&amp;#237;a com mais espontaneidade e naturalidade, o olhar j&amp;#225; era mais tranq&amp;#252;ilo e pod&amp;#237;amos at&amp;#233; sentir, l&amp;#225; do fundo da sala, que o cora&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; voltara ao ritmo normal.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;Esta cena se repetiu durante toda esta tarde e noite em que escrevo este texto, com maior ou menor intensidade, com outras pessoas que tinham em comum o fato de serem alunos da gradua&amp;#231;&amp;#227;o e a natureza de suas apresenta&amp;#231;&amp;#245;es: a defesa de sua id&amp;#233;ia de neg&amp;#243;cio perante uma plat&amp;#233;ia formada por poucos, mas bem qualificados ju&amp;#237;zes, de professores a consultores, de investidores a empreendedores, que s&amp;#227;o volunt&amp;#225;rios do Empreenda 2008, nossa competi&amp;#231;&amp;#227;o interna de planos de neg&amp;#243;cios. Sentado no fundo da sala, observando todos estes sinais, lembro-me da minha primeira apresenta&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica sob as mesmas condi&amp;#231;&amp;#245;es e press&amp;#245;es, h&amp;#225; mais de 20 anos. Dou risada sozinho. Foi exatamente da mesma forma.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;Existem algumas coisas que n&amp;#227;o podem ser aprendidas em sala de aula e esta &amp;#233; uma delas. Todos temos que passar, mais cedo ou mais tarde, por esta experi&amp;#234;ncia. N&amp;#227;o h&amp;#225; como n&amp;#227;o ficar nervoso sob tais circunst&amp;#226;ncias. Mas, como disse um dos participantes, aliviado ap&amp;#243;s sua apresenta&amp;#231;&amp;#227;o: &amp;#8220;na segunda vez &amp;#233; bem mais f&amp;#225;cil&amp;#8221; (ele participou no ano passado).&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#808080"&gt;Fico muito feliz quando vejo alunos participando da competi&amp;#231;&amp;#227;o pela segunda vez, principalmente quando constato a evolu&amp;#231;&amp;#227;o deles em apenas um ano. N&amp;#227;o &amp;#233; s&amp;#243; a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o que melhora, a qualidade da id&amp;#233;ia desenvolvida, o plano escrito, a maturidade e autoconfian&amp;#231;a tamb&amp;#233;m. O Empreenda &amp;#233; apenas uma simula&amp;#231;&amp;#227;o de uma situa&amp;#231;&amp;#227;o muito comum para o empreendedor que vai buscar apoio para fazer sua id&amp;#233;ia acontecer e, certamente, estes alunos n&amp;#227;o far&amp;#227;o feio em uma situa&amp;#231;&amp;#227;o real perante o investidor. O treino na competi&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; muito &amp;#250;til para preparar o aluno para uma situa&amp;#231;&amp;#227;o real e eu n&amp;#227;o conhe&amp;#231;o nenhum empreendedor que n&amp;#227;o teve que vender sua id&amp;#233;ia para algu&amp;#233;m em algum momento da vida do seu empreendimento&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 12:02:00 +0000</pubDate>
				<guid>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/2046743</guid>
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				<title>Empreenda finais</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/2044747</link>
				<description>&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nossa competi&amp;#231;&amp;#227;o de planos de neg&amp;#243;cios chegou ao fim e tivemos dois grandes vencedores. A Toff Brasil na categoria gradua&amp;#231;&amp;#227;o, do S&amp;#233;rgio Coutinho que comercializar&amp;#225; servi&amp;#231;os de revestimento e prote&amp;#231;&amp;#227;o de ca&amp;#231;ambas de caminh&amp;#245;es e caminhonetes com um produto de alta resist&amp;#234;ncia e durabilidade. Na categoria executiva venceu a ZinconImplant, de Marcelo Carbonari e colegas do MBA Executivo. Este projeto &amp;#233; uma proposta de neg&amp;#243;cio de comercializa&amp;#231;&amp;#227;o de implantes dent&amp;#225;rios de alta qualidade em porcelana, como substituto de melhor est&amp;#233;tica &amp;#224;s solu&amp;#231;&amp;#245;es existentes hoje em tit&amp;#226;nio. Boa sorte aos grupos para fazerem suas ideias decolarem agora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;N&amp;#243;s temos alguns desafios j&amp;#225; programados para 2010. Quem puder ajudar, fique &amp;#224; vontade para entrar em contato:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote style="margin: 0 0 0 40px; border: none; padding: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;1) Conseguir uma empresa para patrocinar o evento. Agora com um bom hist&amp;#243;rico e um alto n&amp;#237;vel de projetos j&amp;#225; temos idade para atrair um patroc&amp;#237;nio externo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;2) Ampliar a participa&amp;#231;&amp;#227;o de alumni. Temos que incentivar nossos ex-alunos a retomarem o contato com a escola e o Empreenda &amp;#233; uma excelente oportunidade para este fim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;3) Abrir as inscri&amp;#231;&amp;#245;es para equipes de outras escolas, como uma excelente forma de comparar nossos projetos com o n&amp;#237;vel apresentado por outras escolas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;4) Reduzir o &amp;#237;ndice de desist&amp;#234;ncia das equipes ao longo do processo. Este ano 44 equipes se inscreveram e apenas 10 chegaram a final. Precisamos investigar os motivos das desist&amp;#234;ncias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;#160;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Se tiverem boas ideias para estes 4 desafios, escreva para &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="mailto:contato@marcoshashimoto.webs.com"&gt;contato@marcoshashimoto.webs.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 01:11:00 +0000</pubDate>
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				<title>O come?o ? o come?o!</title>
				<author><name>marcoshashimoto</name></author>
				<link>http://www.marcoshashimoto.com/apps/blog/show/1958756</link>
				<description>&lt;h3&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;font color="#333399"&gt;Muito bem amigos, depois de muito adiar, finalmente abro o meu blog pessoal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tenho tanta coisa para falar que nem sei por onde come&amp;#231;ar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Que tal a competi&amp;#231;&amp;#227;o de planos de neg&amp;#243;cios que estamos realizando pelo terceiro ano consecutivo no Insper (ali&amp;#225;s, Insper &amp;#233; o novo nome do Ibmec S&amp;#227;o Paulo)? Depois explico porque trocamos o nome.&lt;br/&gt;&amp;#160;&lt;br/&gt;O Empreenda, nossa competi&amp;#231;&amp;#227;o de planos de neg&amp;#243;cios, &amp;#233; aberto apenas para alunos e ex-alunos do Insper, gradua&amp;#231;&amp;#227;o e p&amp;#243;s gradua&amp;#231;&amp;#227;o. Come&amp;#231;ou em Mar&amp;#231;o, com 40 equipes inscritas e a maioria n&amp;#227;o conseguiu prosseguir at&amp;#233; a fase final que acontece semana que vem. Teremos apenas 10 equipes nas categorias executiva (p&amp;#243;s gradua&amp;#231;&amp;#227;o e ex-alunos) e gradua&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma banca de juizes formada sobretudo por investidores do mercado avaliar&amp;#225; os projetos e dar&amp;#225; feedback aos participantes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se quiser assistir os trabalhos, v&amp;#225; at&amp;#233; a escola nos dias 26 e 27 de Outubro,&amp;#160;a partir das 14 hs.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bem, por hoje &amp;#233; s&amp;#243;. Logo eu mando um novo post.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abra&amp;#231;&amp;#227;o a todos!&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;</description>
				<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 00:07:00 +0000</pubDate>
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